bandeira bbr bandeira es bandeira us

*Tradução: Google Translate

14 Sivan 5786 | 30 maio 2026

A | A

pesquisar

A | A

Curiosidades

Judeus não podem comer ou possuir chametz durante Pessach. Não podemos nem alimentar animais com chametz durante os oito dias desta festa judaica. Num lar judaico, mesmo os animais de estimação só podem comer alimentos que sejam casher para Pessach.

Em Rosh Hashaná, é costume dedicar tempo ao estudo da Torá entre as orações e a refeição festiva. Muitos costumam ler capítulos de Tehilim (Salmos), pedindo misericórdia e bênçãos para o novo ano. Os Mestres Chassídicos explicam que a Torá estudada nesse dia possui um impacto espiritual único: assim como o som do shofar desperta a essência da alma, o estudo da Torá fortalece o vínculo consciente entre a pessoa e D’us. Por isso, cada palavra de Torá recitada em Rosh Hashaná é considerada uma fonte de proteção e de mérito para todo o ano que se inicia.

Durante Rosh Hashaná, existe o costume de realizar o Tashlich, indo até um rio, lago ou fonte de água corrente com peixes para recitar preces especiais, simbolizando o ato de lançar os pecados nas águas. Além do significado de pureza e renovação, a água lembra a misericórdia infinita de D’us, que acolhe a teshuvá sincera de cada pessoa. Os Mestres Chassídicos acrescentam que a água corrente representa vitalidade espiritual: assim como a água flui sem cessar, a pessoa deve buscar crescimento contínuo, renovando sua ligação com o Criador no início do novo ano.

Um costume especial de Rosh Hashaná é evitar dormir durante o dia. A tradição ensina que permanecer desperto simboliza o desejo de começar o ano com energia espiritual e vitalidade. Muitos dedicam esse tempo ao estudo da Torá e à leitura dos Salmos. Os Mestres Chassídicos explicam que, assim como buscamos que o novo ano seja repleto de vida e significado, demonstramos já em Rosh Hashaná essa disposição ao permanecer ativos e conscientes diante da realeza Divina.

Durante Rosh Hashaná, é costume desejar uns aos outros: “Ketivá vechatimá tová” — que sejamos inscritos e selados para um bom ano. Esse costume expressa não apenas um voto de bênção individual, mas também o reconhecimento de que entramos no novo ano como uma comunidade unida. Ao trocar essas palavras, reforçamos o espírito de fraternidade e responsabilidade mútua. Na tradição chassídica, esse ato é visto como uma forma de despertar amor e união entre as pessoas — qualidades que atraem misericórdia e bênçãos do Alto para todo o ano.

Em Rosh Hashaná, há o costume de comer alimentos simbólicos, conhecidos como simanim (“sinais”). Entre eles estão a romã, para que nossas boas ações sejam tão numerosas quanto suas sementes, e a cabeça de peixe ou de carneiro, para que sejamos “a cabeça e não a cauda”. Esses costumes expressam a esperança de que o novo ano seja repleto de bênçãos materiais e espirituais. Na tradição chassídica, os simanim não são apenas símbolos, mas expressões de fé na bondade de D’us e na confiança de que o ano vindouro possa se transformar em um tempo de abundância e santidade.

Um dos alimentos simbólicos mais conhecidos de Rosh Hashaná é a maçã mergulhada no mel, acompanhada da bênção para que tenhamos um ano bom e doce. Os Mestres Chassídicos explicam que a maçã, mencionada no Shir Hashirim (Cântico dos Cânticos), representa o Povo Judeu, enquanto o mel simboliza a doçura e a abundância das bênçãos Divinas. Ao comer esse alimento simples e doce, expressamos nossa confiança em D’us de que o novo ano será repleto não apenas de bondade, mas de bondade revelada e perceptível em nossas vidas.

De acordo com a Halachá, o shofar utilizado em Rosh Hashaná deve ser feito, de preferência, do chifre de um carneiro. Isso recorda o mérito de Avraham e do sacrifício de Yitzchak, quando um carneiro foi oferecido em seu lugar. O som do shofar carrega essa lembrança e desperta o Povo Judeu para a teshuvá, evocando tanto o amor e a dedicação de nossos Patriarcas quanto a misericórdia de D’us para com Israel. Assim, o shofar conecta passado, presente e futuro em um único chamado espiritual.

O termo “Chai Elul” significa literalmente “a vida de Elul”. O número 18, que corresponde ao dia 18 de Elul, é representado pelas letras hebraicas י״ח (yud = 10 e chet = 8). Essas letras formam a palavra “Chai”, que em hebraico significa “vida”. Os Mestres Chassídicos explicam que esse dia infunde vida em todo o mês, despertando cada judeu para servir a D’us com mais calor e energia espiritual. Costuma-se dizer que, a partir de Chai Elul, a preparação para Rosh Hashaná e Yom Kipur ganha mais intensidade, pois a alma recebe forças adicionais para a teshuvá (retorno), a tefilá (oração) e a tzedaká (caridade). Assim, essa data se tornou uma fonte de vitalidade espiritual para todo o Povo Judeu.

Acendimento das velas

Ícone

Carregando

Carregando

Carregando

Ícone

Carregando

Carregando

Carregando

Acendimento das velas