bandeira bbr bandeira es bandeira us

*Tradução: Google Translate

29 Sivan 5786 | 14 junho 2026

A | A

pesquisar

A | A

Curiosidades

Em muitas sinagogas, durante a última estrofe do Lechá Dodi, a congregação se levanta e se volta em direção à entrada da sinagoga para receber simbolicamente o Shabat.

Esse costume está ligado às palavras finais do poema: “Boi Kalá, Boi Kalá” (“Vem, ó Noiva, vem, ó Noiva”). A prática expressa a ideia de que o Shabat é recebido como uma rainha ou uma noiva que chega para trazer santidade, paz e alegria.

Assim, o Lechá Dodi transforma a chegada do Shabat em uma experiência singular, unindo poesia, oração e espiritualidade em uma das tradições mais queridas do Judaísmo.

A Cabalá associa cada dia da semana a uma das sete Sefirot emocionais, os atributos por meio dos quais a energia Divina se manifesta na Criação.

O Shabat corresponde à Sefirá de Malchut (Realeza), que representa a manifestação da Presença Divina no mundo. Por isso, o sétimo dia é visto como a culminação espiritual da semana, quando a santidade se torna mais perceptível e acessível.

Assim, o Shabat não é apenas um período de descanso físico, mas um momento em que a pessoa pode se reconectar com a dimensão espiritual da existência e receber a renovação necessária para os dias que se seguem.

A lembrança de Jerusalém acompanha o Povo Judeu até mesmo nos momentos de maior alegria.

Por essa razão, a cerimônia de casamento judaica inclui a quebra de um copo pelo noivo ao seu término. Esse costume recorda a destruição do Templo Sagrado e expressa a ideia de que nenhuma alegria pode ser completa enquanto Jerusalém e o Beit HaMikdash não forem plenamente restaurados.

Assim, o amor por Jerusalém não se manifesta apenas em dias de luto, mas também nos momentos mais felizes da vida judaica.

Logo após o primeiro versículo do Shemá, costuma-se recitar a frase “Baruch shem kevod malchuto le’olam va’ed” — “Bendito seja o nome de Seu glorioso Reino por toda a eternidade”.

Diferentemente do restante do Shemá, essa frase não faz parte do texto da Torá. Por essa razão, ela é tradicionalmente pronunciada em voz baixa.

A única exceção ocorre em Yom Kipur, quando é recitada em voz alta. Segundo nossos Sábios, nesse dia o Povo de Israel se eleva espiritualmente a um nível comparável ao dos anjos, razão pela qual essa declaração pode ser proclamada publicamente.

O Mishkan era dividido em três áreas principais: o Pátio, o Lugar Santo e o Santo dos Santos. Cada uma representava um nível diferente de santidade e de proximidade com D’us.

O Santo dos Santos era o local mais sagrado de todos. Ali ficava a Arca da Aliança, que continha as Tábuas da Lei. Apenas o Cohen Gadol podia entrar nesse recinto, e somente uma vez por ano, em Yom Kipur.

Essa estrutura ensinava que o serviço a D’us abrange todos os níveis da existência humana, desde as atividades mais elevadas e espirituais até os aspectos mais concretos da vida cotidiana. Assim, o Mishkan não era apenas um edifício sagrado, mas também um modelo da missão de transformar o mundo em uma morada para a Presença Divina.

Os Lechem HaPanim permaneciam sobre o Shulchan durante uma semana inteira, de um Shabat ao outro. Apesar disso, o Talmud ensina que eles permaneciam milagrosamente frescos, como se tivessem acabado de ser assados.

Quando os peregrinos visitavam Jerusalém nas três festas de peregrinação — Pessach, Shavuot e Sucot —, os Cohanim lhes mostravam os Pães da Proposição e declaravam: “Vejam como vocês são amados por D’us!”.

O milagre da conservação dos pães era uma demonstração do amor Divino e da bênção que sustenta o mundo.

Assim, o Shulchan e os Lechem HaPanim transmitiam uma mensagem fundamental: a prosperidade material não depende apenas do esforço humano, mas também da bênção de D’us.

O Talmud, ao discutir os animais que possuem apenas um dos sinais de cashrut, enfatiza especialmente o camelo e o porco como exemplos absolutamente inequívocos.

O camelo apresenta um comportamento claro de remastigação, mas não possui cascos totalmente fendidos; já o porco possui cascos fendidos, mas não rumina. Segundo o Talmud, essa combinação exclusiva demonstra um conhecimento extraordinário da natureza.

Até hoje, apesar do avanço da zoologia moderna e da descoberta de inúmeras espécies, não foi identificada nenhuma outra categoria de animal que contradiga esse princípio apresentado pela Torá e pelo Talmud.

O Sefer Torá — o rolo da Torá utilizado nas sinagogas — contém apenas os Cinco Livros de Moshé, e não todo o Tanach. Isso ocorre porque apenas os Cinco Livros da Torá foram ditados por D’us a Moshé letra por letra.

Por essa razão, a santidade de um Sefer Torá possui um nível singular dentro do Judaísmo. Cada letra deve ser escrita manualmente por um escriba especializado, chamado sofer, seguindo regras extremamente rigorosas. Se até mesmo uma única letra estiver incorreta, o rolo se torna inválido para leitura pública até ser corrigido.

1 2 3 41

Acendimento das velas

Ícone

Carregando

Carregando

Carregando

Ícone

Carregando

Carregando

Carregando

Acendimento das velas