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*Tradução: Google Translate

30 Nisan 5786 | 17 abril 2026

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Curiosidades

Durante o Seder, há a obrigação de reclinar-se para a esquerda ao beber o vinho e ao comer a matsá, como expressão de liberdade. Esse gesto era, na antiguidade, um sinal de status, pois pessoas livres se apoiavam de maneira relaxada durante as refeições, enquanto escravos permaneciam em posição rígida.

Ao adotar essa postura, cada participante expressa fisicamente a ideia central de Pessach: a passagem da escravidão para a liberdade. Assim, até a forma de sentar-se à mesa se torna parte da vivência simbólica e educativa da noite.

Durante o Seder de Pessach, cada participante é orientado a ver a si mesmo como se estivesse saindo do Egito. Esse princípio não é apenas simbólico, mas parte central da experiência da noite. Por isso, o Seder é estruturado com perguntas, respostas, explicações e alimentos simbólicos, criando uma vivência educativa e envolvente. A transmissão da história não ocorre apenas como relato do passado, mas como uma experiência pessoal, garantindo que cada geração se conecte diretamente com o significado da liberdade.

Antes de Pessach, há um cuidado especial não apenas em não consumir chametz, mas também em eliminá-lo completamente de casa. Esse processo inclui limpeza minuciosa, verificação detalhada (bedikat chametz) e a remoção total de qualquer traço de fermento.

Esse rigor não se aplica da mesma forma a outras proibições alimentares ao longo do ano. Em Pessach, a presença de chametz é totalmente evitada, refletindo não apenas uma lei alimentar, mas também um simbolismo profundo: a remoção do fermento representa a eliminação do orgulho e da arrogância, preparando a pessoa para vivenciar a liberdade de forma mais elevada e consciente.

A partir de Rosh Chodesh Nissan, inicia-se o costume de recitar diariamente o Nassi — um trecho da Torá que descreve as ofertas trazidas pelos líderes das tribos de Israel na inauguração do Mishkan (Tabernáculo).

Do dia 1 ao dia 12 de Nissan, lê-se, a cada dia, a oferta de uma tribo diferente, seguindo a ordem original da inauguração. No dia 13 de Nissan, lê-se a conclusão dessas ofertas, marcando o encerramento do processo de dedicação do Mishkan.

Esse costume destaca que a inauguração do Mishkan não foi um evento isolado, mas um processo contínuo, lembrado ao longo de vários dias. Assim, Rosh Chodesh Nissan marca o início dessa sequência, conectando o presente aos momentos fundadores da vida espiritual do Povo de Israel.

Certas mitsvot podem ser cumpridas mesmo sem intenção deliberada, desde que o ato em si corresponda ao cumprimento do mandamento. Por exemplo, ao ajudar alguém necessitado ou ao evitar causar prejuízo ao próximo, a pessoa pode, de fato, estar cumprindo uma mitsvá, ainda que não tenha essa consciência no momento.
Isso revela que o Judaísmo valoriza profundamente as ações corretas no mundo concreto. Ao mesmo tempo, os ensinamentos ressaltam que desenvolver consciência e intenção ao cumprir as mitsvot eleva esses atos, transformando-os em uma conexão mais profunda com o Divino e unindo conduta ética e propósito espiritual.

Uma curiosidade interessante é que o pão trançado servido no Shabat também passou a ser chamado de chalá, embora o nome originalmente se refira à porção de massa separada como mitsvá.

Tornou-se costume usar pães ricos em ovos, macios e trançados, especialmente preparados para as refeições de Shabat. Durante essas refeições, costuma-se colocar dois pães inteiros sobre a mesa, lembrando a porção dupla de maná que caía na sexta-feira no deserto para o Povo de Israel.

Assim, o termo chalá passou a designar tanto a mitsvá de separar uma porção da massa quanto o pão que acompanha as refeições sagradas do Shabat.

O Brit Milá é realizado no Shabat quando ocorre exatamente no oitavo dia após o nascimento, conforme prescrito pela Torá. Nesse caso, essa mitsvá tem precedência sobre as restrições habituais do Shabat.

No entanto, isso não se aplica em todas as situações. Se o nascimento ocorreu por cesariana, se houver dúvida sobre o momento exato do nascimento — por exemplo, quando não é totalmente claro se a criança nasceu antes ou depois do início do Shabat —, ou se o Brit tiver sido adiado por motivos de saúde do bebê, a circuncisão não é realizada no Shabat e é transferida para outro dia.Essas regras refletem tanto a grande importância do Brit Milá quanto o cuidado da lei judaica em cumprir a mitsvá exatamente nas condições estabelecidas pela tradição.

O dia de Shushan Purim não é celebrado apenas em Jerusalém. De acordo com a lei judaica, cidades que eram muradas desde os tempos de Yehoshua bin Nun celebram Purim no dia 15 de Adar, em vez do dia 14.

Na prática, porém, Jerusalém é a principal cidade onde essa tradição é observada de forma contínua e inequívoca, razão pela qual Shushan Purim é especialmente associado a ela. Assim, enquanto a maior parte do mundo judaico já concluiu a celebração de Purim, em Jerusalém a alegria da festa acontece um dia depois, preservando uma distinção histórica que remonta aos acontecimentos descritos na Meguilat Esther.

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