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*Tradução: Google Translate

17 Sivan 5786 | 02 junho 2026

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Curiosidades

O Talmud afirma que todo peixe que possui escamas também possui barbatanas. Por isso, na prática da Halachá, basta verificar a presença de escamas para identificar um peixe casher.

O mais impressionante é que essa afirmação foi registrada há cerca de 1.500 anos, muito antes da biologia marinha moderna e da catalogação das espécies oceânicas. Ainda assim, até hoje, não foi descoberta nenhuma exceção conhecida a essa regra.

Assim, as leis de cashrut são vistas no Judaísmo não apenas como orientações alimentares, mas também como expressões da profundidade e da sabedoria Divina da Torá e do Talmud.

O Shabat não apenas relembra a Criação, mas também sustenta continuamente a existência do mundo. Ensina-se que, a cada semana, o Shabat renova a energia espiritual que permite que o Universo continue existindo pelos seis dias seguintes.

Isso transforma o Shabat em muito mais do que um dia de descanso: ele é visto como um canal de vitalidade espiritual, que alimenta tanto o mundo físico quanto a vida interior do ser humano. Assim, ao observar o Shabat, a pessoa não apenas se eleva espiritualmente, mas também participa, de certa forma, do próprio processo contínuo de renovação da Criação.

Uma característica marcante de Yom HaAtzmaut é a mudança abrupta do clima coletivo: em poucas horas, Israel passa do silêncio e da solenidade do Yom HaZikaron para celebrações públicas cheias de música, encontros familiares e festividades.

Essa transição não é casual. Ela reflete a ideia de que a alegria da independência está inseparavelmente ligada ao sacrifício daqueles que tornaram essa realidade possível.

Além disso, muitas comunidades realizam orações especiais de agradecimento, reconhecendo a importância histórica e espiritual do estabelecimento do Estado de Israel como um marco na vida do Povo de Israel.

Uma característica marcante de Yom HaZikaron é que ele começa com o som de uma sirene à noite e continua com outra na manhã seguinte. Durante esses momentos, todo o país para completamente: as pessoas interrompem suas atividades, e até o trânsito é suspenso, com motoristas saindo de seus carros e permanecendo em silêncio.

Esse gesto coletivo transforma a lembrança em uma experiência compartilhada por toda a sociedade. Logo após o término de Yom HaZikaron, inicia-se o Yom HaAtzmaut, o Dia da Independência de Israel, criando uma transição significativa entre o luto e a celebração nacional.

A cerimônia da Havdalá inclui quatro elementos: vinho, especiarias aromáticas, uma chama e a bênção final de separação.

As especiarias são usadas para consolar a alma após a saída do Shabat, pois a pessoa perde uma dimensão espiritual adicional adquirida durante o dia sagrado. Já a chama simboliza o retorno à atividade criativa, lembrando que o uso do fogo volta a ser permitido após o Shabat.

Dessa forma, a Havdalá não apenas encerra o Shabat, mas também prepara a pessoa para a nova semana, levando consigo a luz espiritual vivenciada no dia sagrado.

Os 49 dias do Ômer estão ligados às sete dimensões emocionais da alma, conhecidas como sefirot: Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hod, Yessod e Malchut. Cada semana é dedicada a uma dessas dimensões, e cada dia representa uma combinação específica entre elas.

Esse sistema transforma a contagem em um verdadeiro processo de autoaperfeiçoamento, no qual a pessoa reflete diariamente sobre seus traços de caráter e busca refiná-los.

Assim, a Contagem do Ômer não é apenas uma preparação histórica para Shavuot, mas um caminho contínuo de desenvolvimento pessoal, no qual cada dia oferece a oportunidade de crescimento interior.

Em Israel, todo o país para por dois minutos de silêncio na manhã de Yom HaShoá. Nesse momento, sirenes soam em todo o território, e as pessoas interrompem suas atividades — inclusive motoristas, que param seus carros e permanecem em pé, em silêncio.

Esse gesto coletivo expressa a profundidade da memória nacional e transforma a lembrança do Holocausto em uma experiência vivida por toda a sociedade. Além disso, a data está associada ao Levante do Gueto de Varsóvia, símbolo de coragem e resistência, reforçando a ideia de que, mesmo diante da destruição, o espírito do Povo de Israel permaneceu firme.

A Contagem do Ômer deve ser feita preferencialmente à noite, pois, no Judaísmo, o novo dia começa ao pôr do sol. A mitsvá é cumprida ao recitar uma bênção e, em seguida, declarar o número exato de dias — e, a partir de certo ponto, também de semanas — já transcorridos.

Caso a pessoa se esqueça de contar à noite, pode fazê-lo durante o dia seguinte, porém sem recitar a bênção. No entanto, se um dia inteiro for perdido, a contagem continua nos dias seguintes, mas também sem a bênção.

Esse cuidado demonstra que a Contagem do Ômer não é apenas uma lembrança simbólica, mas uma prática precisa e contínua, que exige atenção diária e consciência ao longo de todo o período.

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