Quando dois violentos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram o centro-norte da Venezuela, em 24 de junho de 2026, devastando cidades inteiras e provocando milhares de mortes, poucos imaginavam que Israel estaria entre os primeiros
Entre imagens do horror, testemunhos e memoriais, Israel constrói a memória de uma tragédia cuja história continua sendo contada pelos sobreviventes do massacre, pelos reféns libertados, por suas famílias e pela sociedade israelense
Os esforços de Israel para atrair a instalação de embaixadas em Jerusalém receberam nos últimos meses relevantes estímulos oriundos de países latino-americanos. Os presidentes Laura Fernández, da Costa Rica, e Javier Milei, da
David “Dadi” Barnea esteve à frente do Mossad, serviço de inteligência de Israel, nos últimos cinco anos. Foi um período marcado pela ameaça existencial representada pelo Irã e pelo seu “anel de fogo”, pela tragédia de 7 de
Jerusalém ganhou um novo espaço dedicado à memória política do país: o Museu do Knesset, instalado na Beit Frumin (Froumine House), no n0 24 da rua King George V, em plena região central da cidade. O endereço não foi escolhido por
Durante décadas, Israel foi visto como um país carente de recursos naturais, altamente dependente de importações para suprir suas necessidades
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Acendimento das velas