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*Tradução: Google Translate

4 Iyyar 5786 | 21 abril 2026

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Você sabia?

Elul é o Mês do “Rei no Campo”

O primeiro dia de Elul marca o início de um período especial de proximidade entre D’us e o Povo Judeu. Os Chassidim chamam esse tempo de “quando o Rei está no campo”: assim como um rei que deixa seu palácio para receber cada súdito com bondade e sorriso, D’us Se aproxima de nós em Elul, acolhendo cada pessoa com amor e carinho. É o momento propício para teshuvá, tefilá e tzedaká — retorno, oração e caridade — preparando-nos para os Dias Sagrados de Tishrei.

Acender Velas de Shabat Traz Paz ao Lar

Acender as velas de Shabat não é apenas uma bela tradição — é cumprir a mitzvá de trazer shalom bait (paz no lar). As velas são acesas 18 minutos antes do pôr do sol (shekiá) da sexta-feira, recebendo a serenidade e a santidade do Shabat. Essa mitzvá, embora possa ser realizada por homens quando necessário, é tradicionalmente confiada às mulheres, simbolizando seu papel central em trazer luz espiritual e harmonia ao lar. A bênção recitada transforma esse ato em uma transição sagrada do cotidiano para o sagrado.

A Revelação Divina no Monte Sinai

A entrega da Torá foi a única vez, em toda a história da humanidade, em que uma nação inteira ouviu D’us falar diretamente. A Revelação Divina no Monte Sinai não foi uma visão privada nem o relato de um único profeta, mas uma experiência coletiva, compartilhada por milhões de pessoas — homens, mulheres e crianças. Essa revelação nacional é o alicerce da fé judaica. Diferente de outras religiões, que se baseiam no testemunho de um indivíduo, o Judaísmo fundamenta sua verdade em um encontro público e comunitário com o Divino — um acontecimento sem paralelo na história do mundo.

A Beleza das Mitzvot

Cumprir uma mitzvá com alegria e beleza é conhecido como hiddur mitzvá — embelezar a mitzvá. Esse conceito se baseia no versículo: “Este é o meu D’us e eu O glorificarei” (Shemot/Êxodo 15:2). Ele ensina que as mitzvot não são um fardo, mas oportunidades de expressar amor e reverência a D’us. Usar uma bela chanuquiá, um talit de qualidade ou um lulav preparado com cuidado acrescenta profundidade espiritual ao ato. O hiddur mitzvá reflete o anseio da alma de não apenas cumprir a vontade Divina, mas também alegrar-se em Seu serviço.

Tefilin: Coração e Mente a Serviço de D’us

A mitzvá de colocar tefilin é cumprida pelos homens judeus por meio de caixas de couro preto que contêm versículos da Torá e são fixadas no braço e na cabeça. O tefilin do braço é posicionado voltado para o coração, simbolizando as emoções; o da cabeça é colocado acima do cérebro, simbolizando o intelecto. Juntos, expressam o ideal de unir coração e mente ao serviço de D’us. Por meio desse ato diário, o judeu dedica seus pensamentos, sentimentos e ações ao propósito Divino.

A Torá é o Antídoto Espiritual

O Talmud ensina que D’us criou a inclinação para o mal (yetzer hará) e também a Torá como seu antídoto. Isso significa que as batalhas espirituais e morais que enfrentamos — como tentações, orgulho, ego e dúvidas — podem ser vencidas por meio do estudo da Torá. Assim como o remédio cura o corpo, a Torá fortalece a alma e traz clareza e direção. Por isso, ela é frequentemente comparada à luz: em tempos de escuridão ou confusão, mesmo uma pequena porção de Torá pode iluminar o caminho.

Entre as 613 mitzvot está o mandamento de escrever um Sefer Torá.

Hoje, esse mandamento pode ser cumprido adquirindo livros sagrados para estudo — como um Chumash, o Talmud ou outros sefarim —, contribuindo assim para o aprendizado e a preservação da Torá. Participar da escrita de um Sefer Torá, mesmo que seja encomendando apenas uma única letra, é uma grande mitzvá. Isso expressa o compromisso do Povo Judeu de manter a Torá viva e acessível em todas as gerações.

Acendimento das velas

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