Durante séculos, o hebraico permaneceu como língua de oração, estudo e produção escrita, mas deixou de ser utilizado amplamente como idioma cotidiano. Sua revitalização como língua falada ganhou impulso com Eliezer Ben-Yehuda (1858–1922), nascido na Lituânia, que se estabeleceu em Jerusalém em 1881. Ele e sua esposa, Deborah, adotaram o hebraico como língua de seu lar, e seu filho Ben-Zion tornou-se um dos primeiros exemplos conhecidos de uma criança criada falando hebraico moderno como língua materna.
Ben-Yehuda ajudou a criar e difundir palavras para objetos e situações da vida cotidiana, fundou o jornal HaTzvi e iniciou a elaboração de um amplo dicionário do hebraico antigo e moderno, concluído após sua morte e publicado em 17 volumes.
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