bandeira bbr bandeira es bandeira us

*Tradução: Google Translate

5 Heshvan 5787 | 16 outubro 2026

A | A

pesquisar

A | A

Curiosidades

Por que se acrescenta água ao vinho do Kidush? Segundo ensinamentos da Cabalá, o vinho, especialmente o tinto, está associado ao atributo Divino da severidade e do julgamento, denominado Guevurá. A água, por sua vez, simboliza a benevolência e a bondade, representadas por Chessed. Por isso, existe o costume de acrescentar uma pequena quantidade de água ao vinho do Kidush. A mistura simboliza a harmonia entre esses dois atributos Divinos, expressando o equilíbrio entre a justiça e a misericórdia. Trata-se de um costume com significado cabalístico.

Por que o Kidush começa com as palavras “Yom Hashishi”? O Kidush da noite de Shabat começa com as palavras hebraicas Yom Hashishi, que significam “o sexto dia”. Elas concluem o relato dos seis dias da Criação e vêm imediatamente antes do trecho Vayechulu, que descreve a conclusão da obra Divina.

Há também um significado adicional: as letras iniciais de Yom Hashishi Vayechulu Hashamayim formam, em hebraico, as quatro letras do Nome Divino.

Como as palavras Yom Hashishi, isoladas, não formam uma frase completa, costuma-se recitar, em voz baixa, as palavras bíblicas que as antecedem, Vayehi Erev Vayehi Boker (“E foi noite e foi manhã”), preservando o sentido do versículo.

A Ressurreição dos Mortos é o décimo terceiro e último dos Princípios de Fé formulados por Maimônides. Conhecida em hebraico como Techiyat HaMetim, essa crença afirma que D’us fará os mortos retornarem à vida.

Embora frequentemente se associe a fé judaica à crença na imortalidade da alma, Maimônides inclui também a Ressurreição dos Mortos entre os fundamentos do Judaísmo. A alma é imortal, e a Ressurreição afirma que o ser humano, em sua totalidade, corpo e alma, voltará à vida.

Assim, os Treze Princípios de Fé não tratam apenas da existência de D’us e das obrigações religiosas do ser humano, mas também de sua esperança no futuro e no cumprimento das promessas Divinas.

Embora a tradição judaica atribua os ensinamentos do Zohar a Rabi Shimon bar Yochai, sábio que viveu no século II, a obra permaneceu oculta por muitos séculos e só foi revelada ao público no final do século XIII, na Espanha, por intermédio de Rabi Moshe de Leon.

Após a expulsão dos judeus da Espanha, em 1492, muitos exilados se estabeleceram na cidade de Safed, na Terra de Israel, que se tornou, no século XVI, um importante centro de estudos cabalísticos.

Ali, grandes Sábios, como Rabi Moshe Cordovero e Rabi Yitzhak Luria, o Arizal, aprofundaram e difundiram os ensinamentos da Cabalá. As explicações do Arizal sobre o Zohar, em especial, tiveram um profundo impacto sobre o pensamento e a prática judaicos, e essa influência permanece presente em muitos costumes e tradições até hoje.

Segundo Maimônides, a capacidade de realizar milagres ou prever acontecimentos futuros não é suficiente para comprovar que alguém seja um verdadeiro profeta: nenhum profeta pode ensinar algo que contradiga a Torá.

A própria Torá relata que os feiticeiros do Faraó conseguiram reproduzir alguns dos sinais realizados por Moshé Rabênu, mas isso não os tornava profetas. Da mesma forma, alguém que alegue receber mensagens Divinas, mas ensine algo contrário à Torá, não pode ser considerado um verdadeiro profeta, independentemente dos fenômenos extraordinários que apresente.

Esse ensinamento expressa um princípio fundamental do Judaísmo: a autoridade espiritual não se estabelece apenas por acontecimentos sobrenaturais, mas pela fidelidade à Palavra Divina.

Os Sábios da Antiguidade utilizavam um sistema de medição do tempo no qual cada hora era dividida em 1.080 partes, chamadas chalakim.

Segundo o Talmud, Raban Gamliel transmitiu uma tradição de sua família sobre a duração média do ciclo lunar: 29 dias, 12 horas e 793 partes de hora. Convertido para as unidades atuais, esse valor corresponde a 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3⅓ segundos.

Esse valor é extraordinariamente próximo da duração média do mês sinódico lunar calculada pela astronomia moderna, com uma diferença de cerca de meio segundo. Mais notável ainda é que essa precisão tenha sido preservada na tradição judaica há aproximadamente dois mil anos, muito antes da existência de telescópios modernos, satélites e computadores.

Na tradição judaica, o número 13 possui um significado especial. Pela Guematria, sistema que atribui valores numéricos às letras hebraicas, a palavra Echad, que significa “um”, possui valor numérico 13.

Essa associação simboliza a unidade e a ligação espiritual do jovem com D’us ao atingir a maioridade religiosa. A partir desse momento, ele também passa a poder integrar um minián — o quórum mínimo de dez homens judeus adultos necessário para determinadas orações comunitárias.

Assim, o número 13 representa não apenas uma nova etapa de responsabilidade individual, mas também uma participação mais plena na vida religiosa da comunidade judaica.

Apesar de ser conhecido como Talmud Yerushalmi — o Talmud de Jerusalém —, esse Talmud não foi compilado em Jerusalém, mas em outras cidades da Terra de Israel, como Tiberíades e Cesareia. Por esse motivo, ele é também chamado de Talmud da Terra de Israel.

Ainda assim, a denominação Yerushalmi — “de Jerusalém” — acompanha esse Talmud até hoje, refletindo a posição singular que Jerusalém sempre ocupou na consciência judaica.

1 2 3 … 50

Acendimento das velas

Ícone

Carregando

Carregando

Carregando

Ícone

Carregando

Carregando

Carregando

Acendimento das velas