Morashá

HOLOCAUSTO


Franceska Mann, símbolo  de resistência e bravura

Franceska Mann, símbolo de resistência e bravura

23 de outubro de 1943. No vestiário do Crematorium II de Auschwitz-Birkenau, quando poucos passos a separavam das câmaras de gás, Franceska Mann, uma bailarina judia polonesa, consegue arrebatar a arma de um oficial nazista e dispara, acertando-o em cheio. Esse relato de testemunhas oculares consta dos anais do Tribunal Militar Internacional, de Nuremberg.

Edição 106 - Dezembro de 2019

Eva Geiringer Schloss: "Irmã Postiça" de Anne Frank

Eva Geiringer Schloss: "Irmã Postiça" de Anne Frank

Eva Geiringer Schloss conheceu de perto o inferno. Ainda adolescente, foi capturada e transportada para Auschwitz-Birkenau, teve melhor sorte que Anne Frank e conseguiu sobreviver à 2ª Guerra. Escreveu dois livros e uma peça de teatro relatando suas experiências. Hoje mora em Londres e se dedica a perpetuar a memória do Holocausto.

Edição 106 - Dezembro de 2019

Gyula Zilzer, o artista

Gyula Zilzer, o artista

Em 2002, a Biblioteca Nacional de Israel, em Jerusalém, recebeu valioso material iconográfico do acervo que pertenceu ao artista Gyula Zilzer, incluindo documentos pessoais, fotografias, correspondência, obras literárias, desenhos e litografias. A seguir, um retrato do perfil deste artista judeu húngaro, que, de certa forma, previu a catástrofe que iria se abater sobre os judeus da Europa.      

Edição 105 - Setembro de 2019

Camp des Milles História e Memória

Camp des Milles História e Memória

A visita ao novo Memorial do Holocausto, na França, o Camp des Milles (1939-1942), ainda ausente dos guias turísticos, induz à reflexão sobre racismo, genocídio e preservação da memória. O campo foi utilizado pelos nazistas durante o governo colaboracionista de Vichy para prender e de lá deportar judeus a Auschwitz e outros campos.

Edição 104 - Junho de 2019

Simcha Rotem, Codinome Kazik

Simcha Rotem, Codinome Kazik

Último combatente vivo do Levante do Gueto de Varsóvia, Simcha Rotem morreu em dezembro de 2018, aos 94 anos. Alma de guerreiro, lutou incansavelmente em inúmeras batalhas contra os inimigos de seu povo. Uma de suas missões mais importantes foi conseguir retirar do gueto, em chamas, os combatentes judeus ainda vivos. Sua atuação foi tão simbólica do espírito de heroísmo dos jovens judeus, que Claude Lanzmann o escolheu para a cena final de seu épico filme, “Shoah”.

Edição 103 - Abril de 2019

"Shoah", de Claude Lanzmann: o Holocausto em definitivo

"Shoah", de Claude Lanzmann: o Holocausto em definitivo

Com "Shoah", Claude Lanzmann conquistou um lugar na História. O documentário é o registro do Holocausto pela voz das testemunhas. Durante mais de 9 horas os espectadores assistem ao que ele chamou de "um coro de vozes e rostos que emergem; vítimas, observadores e assassinos", tornando-nos "testemunhas da morte e dos atos de resistência à morte".

Edição 102 - Dezembro de 2018