No século XV, a monarquia espanhola permitiu que os judeus que se converteram ao cristianismo permanecessem na Espanha. No dia 31 de março de 1492, a Espanha decretou o “Édito de Expulsão” – a solução final para os judeus que não abandonaram o judaísmo. Neste ano, havia aproximadamente 200.000 judeus morando na Espanha. Quatro meses após o “Édito de Expulsão” entrar em vigor, todos os judeus do país haviam emigrado. Muitos foram para Portugal, mas foram expulsos de lá cinco anos mais tarde. Outros imigraram para a Turquia, para Israel, para o norte da África e para outros países.