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*Tradução: Google Translate

5 Iyyar 5786 | 22 abril 2026

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Você sabia?

A Torá é estudada em ciclos contínuos

O estudo da Torá segue ciclos contínuos, nos quais os Cinco Livros da Torá, divididos em parashiot (porções), são lidos e estudados anualmente. Ao concluir o último trecho da Torá, em Simchat Torá, recomeça-se imediatamente pelo primeiro, expressando a ideia de que a Torá não tem fim nem se esgota. Cada novo ciclo não é uma simples repetição, mas uma oportunidade de compreender os mesmos textos em níveis mais profundos, de acordo com a maturidade e a experiência de quem estuda. Assim, a Torá é vista como uma fonte viva, que se renova constantemente sem jamais ser substituída.

Hoje é Tu biShevat, o décimo quinto dia do mês hebraico de Shevat

Tu biShevat significa literalmente o 15º dia do mês hebraico de Shevat — “Tu” corresponde ao número quinze no sistema de numeração hebraico. No Judaísmo, essa data é conhecida como o Ano Novo das Árvores. Ela marca simbolicamente o início de um novo ciclo de crescimento das árvores frutíferas. Ao longo das gerações, Tu biShevat passou a ser também um momento de reflexão sobre crescimento, continuidade e gratidão pela criação, lembrando que, assim como as árvores, a vida se desenvolve por etapas e requer tempo para dar frutos.

As bênçãos da Torá precedem o estudo diário

Antes de estudar Torá, recitam-se as bênçãos chamadas Birkot HaTorá. Segundo a Halachá, não se deve iniciar o estudo regular da Torá sem antes recitar essas bênçãos, pois elas reconhecem que o aprendizado é um ato sagrado, e não apenas intelectual. As Birkot HaTorá expressam gratidão a D’us por nos ter dado a Torá e por nos permitir estudá-la. Por isso, essas bênçãos são recitadas no início do dia e valem para todo o período seguinte de estudo. Assim, mesmo que a pessoa vá estudar apenas por alguns minutos, deve garantir que já tenha recitado as Birkot HaTorá naquele dia antes de começar.

Há horários mais propícios para estudar Torá

Certos períodos do dia são considerados especialmente favoráveis ao estudo da Torá. Entre eles, destacam-se a noite, quando há menos distrações e a mente está mais recolhida, e as primeiras horas da manhã, antes do início das atividades cotidianas. Muitos Sábios enfatizam a importância de estabelecer horários fixos de estudo, justamente para garantir que a Torá tenha um lugar permanente na rotina diária. Essa prática reflete a ideia de que o crescimento espiritual não depende apenas de quanto se estuda, mas também de tratar o estudo como um compromisso regular e prioritário.

Estudar em voz alta ajuda a fixar a Torá

É recomendado que o estudo da Torá seja feito em voz audível, e não apenas em silêncio. Nossos Sábios explicam que pronunciar as palavras ajuda na concentração, na memorização e na compreensão, além de envolver mais plenamente a pessoa no processo de aprendizado. Por isso, o estudo tradicional costuma ser feito em voz baixa, porém perceptível, muitas vezes em pares (chavruta), com debate e repetição dos textos. Esse método reflete a visão de que a Torá não é apenas informação a ser lida, mas ensinamento que deve ser internalizado por meio da mente, da fala e da interação.

Em Rosh Chôdesh acrescentamos um trecho na Amidá

Em Rosh Chôdesh, acrescenta-se na Amidá o trecho chamado Yaaleh VeYavô, no qual se pede que D’us Se lembre do Seu povo, de Jerusalém e do novo mês. Esse acréscimo é obrigatório em todas as rezas do dia — à noite, de manhã e à tarde —, pois expressa o caráter especial de Rosh Chôdesh como um dia de renovação espiritual.

Por que ficamos de pé ao retirar a Torá da Arca?

Quando o rolo da Torá é retirado da arca na sinagoga, a congregação costuma se levantar. Esse costume expressa respeito à santidade da Torá, de modo semelhante a levantar-se diante de alguém altamente honrado. Além disso, os Sábios explicam que a Torá não é apenas um texto para leitura, mas a própria manifestação da vontade Divina no mundo, merecendo reverência também por meio da postura corporal. Por isso, muitas pessoas permanecem de pé enquanto a Torá é levada até a bimá, acompanhando-a com o olhar e, em alguns costumes, tocando o rolo com o sidur ou o talit e depois beijando-o, como sinal adicional de carinho e respeito.

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