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*Tradução: Google Translate

5 Iyyar 5786 | 22 abril 2026

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Você sabia?

Nem todas as mitsvot exigem intenção consciente

No Judaísmo, há uma discussão clássica entre os Sábios sobre se as mitsvot exigem intenção consciente (kavaná) para serem plenamente cumpridas. Em muitos casos, a Halachá estabelece que a mitsvá é considerada válida mesmo sem intenção explícita, desde que a ação tenha sido realizada corretamente.
No entanto, quando a pessoa tem consciência de que está cumprindo uma mitsvá e a realiza com a devida intenção, o valor espiritual do ato é significativamente elevado. Assim, o Judaísmo ensina que a ação é essencial — mas a intenção a aperfeiçoa.

A palavra chalá originalmente não significa pão de Shabat

A palavra hebraica chalá (חלה) significa originalmente um pão ou uma porção de massa, mas, na lei judaica, refere-se especificamente à parte da massa que deve ser separada durante o preparo do pão.

De acordo com a Torá, ao preparar massa feita de grãos como trigo, cevada, espelta, aveia ou centeio, é necessário separar uma porção da massa e entregá-la ao cohen, o sacerdote. Essa porção separada é chamada chalá.

Hoje, como o Templo Sagrado de Jerusalém não está em funcionamento e não possuímos as condições de pureza ritual necessárias, a chalá separada não é consumida. Em vez disso, ela é separada e queimada, preservando o mandamento e mantendo viva a lembrança desse serviço sagrado.

A primeira mitsvá de um menino judeu

No Judaísmo, a primeira mitsvá que recai diretamente sobre um menino judeu é o Brit Milá, a circuncisão realizada no oitavo dia de vida. Esse mandamento foi estabelecido na Torá quando D’us fez Sua aliança com Avraham, tornando-se um dos sinais mais antigos e fundamentais da identidade judaica.

Mesmo que o bebê ainda não possa cumprir mandamentos por si próprio, seus pais têm a obrigação de realizar essa mitsvá. O Brit Milá simboliza a entrada da criança na aliança eterna entre D’us e o Povo Judeu, uma ligação espiritual que acompanha a pessoa por toda a vida.

Hoje é Purim!

Hoje celebramos Purim, a data mais alegre do calendário judaico. Ao longo do dia, cumprem-se quatro mandamentos centrais: ouvir a Meguilá, enviar presentes de alimentos (mishloach manot), dar presentes aos necessitados (matanot la’evyonim) e participar de uma refeição festiva (seudat Purim).

Essas mitzvot transformam a memória histórica da salvação do Povo Judeu em ações concretas de alegria, união e generosidade, tornando Purim não apenas uma lembrança do passado, mas uma vivência ativa de fé e solidariedade.

Hoje é Shushan Purim!

Enquanto a maior parte do mundo judaico celebra Purim no dia 14 de Adar, em Jerusalém a festa é comemorada no dia 15 de Adar, conhecido como Shushan Purim.

Essa diferença remonta aos acontecimentos narrados na Meguilat Esther. Na antiga cidade persa de Shushan, os judeus lutaram contra seus inimigos por um dia adicional antes de descansar e celebrar a vitória. Por esse motivo, cidades que eram muradas desde os tempos de Yehoshua bin Nun celebram Purim no dia 15.

Jerusalém, por se enquadrar nessa categoria, segue esse costume até hoje. Assim, o calendário de Purim preserva um detalhe histórico que conecta a celebração atual aos eventos vividos pelo Povo Judeu na história de Purim.

A leitura da Meguilá possui uma importância singular

Ouvir a leitura da Meguilat Esther em Purim possui uma importância singular. Esse mandamento tem precedência até mesmo sobre o estudo regular da Torá: quem estiver estudando deve interromper seus estudos para ouvir a Meguilá. A razão é que a leitura pública cumpre o princípio de divulgar o milagre, transformando a salvação histórica em memória coletiva viva. Assim, em determinados momentos, compartilhar a história e fortalecer a consciência comunitária assume prioridade absoluta.

Purim possui mandamentos voltados à união e alegria

Purim é marcado por quatro mandamentos principais: ouvir a leitura da Meguilá, enviar porções de alimentos (mishloach manot), ajudar os necessitados (matanot la’evyonim) e participar de uma refeição festiva. O mishloach manot consiste em enviar ao menos duas porções de alimentos ou bebidas a uma pessoa. Esses mandamentos não se limitam à celebração individual, mas fortalecem os laços comunitários e garantem que a alegria de Purim seja compartilhada por todos. Assim, Purim ensina que a verdadeira alegria não é isolada, mas vivida em conjunto, com generosidade e responsabilidade mútua.

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