Durante Pessach, a proibição do chametz é tão rigorosa que não é permitido nem mesmo obter qualquer benefício dele.
Isso significa que não se pode, por exemplo, alimentar um animal com chametz, vendê-lo durante a festa ou utilizá-lo de qualquer forma que traga benefício.
Esse nível de rigor é incomum em comparação com outras leis alimentares do Judaísmo e destaca a singularidade de Pessach. A eliminação completa do chametz — tanto no consumo quanto na posse e no uso — reforça a importância espiritual desse período, marcado pela libertação e pela renovação interior.
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