Consta no final da história de Purim, na Megilat Esther, que os judeus mataram 75.000 de seus inimigos. É importante saber que isto não foi um ato de vingança, e sim, de autodefesa. Pela lei da Pérsia, “uma ordem do rei não poderia ser rescindida” (Esther 8:8). Portanto, o plano de genocídio de Haman contra os judeus nunca foi rescindido pelo rei. O milagre de Purim é que Achashverosh emitiu um segundo decreto permitindo que os judeus se defendessem contra seus inimigos (Esther 8:11). Na tradição judaica, a morte de outras pessoas nunca pode ser celebrada. Por este motivo, a festa de Purim não é comemorada no dia em que os judeus derrotaram seus inimigos, mas no dia seguinte.

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