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7 Sivan 5786 | 23 maio 2026

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Curiosidades

Neste ano (5785 no calendário judaico, 2025 no calendário civil), a festa de Shavuot começa no domingo à noite e termina ao anoitecer da terça-feira. É importante lembrar que, no segundo dia de Yom Tov, as velas devem ser acesas a partir de uma chama pré-existente, pois é permitido transferir fogo em Yom Tov, mas […]

O chametz pode ser vendido antes de Pessach por meio de um procedimento formal conhecido como venda do chametz (mechirat chametz). Nessa venda, o chametz é transferido legalmente para um não judeu durante o período da festa.

Essa prática permite que a pessoa não viole a proibição de possuir chametz, especialmente quando se trata de grandes quantidades ou de itens de valor. Após Pessach, o chametz pode ser readquirido.

O nome “Shabat HaGadol” está ligado a um evento ocorrido antes da saída do Egito, quando os Filhos de Israel separaram um cordeiro para o sacrifício de Pessach — um ato de grande coragem, já que esse animal era considerado sagrado pelos egípcios. Esse gesto ocorreu em um Shabat. Segundo a tradição, quando os egípcios perceberam o que estava acontecendo e compreenderam o propósito daquele ato, não conseguiram impedir os judeus, o que foi visto como um grande milagre. Por essa razão, o Shabat que antecede Pessach passou a ser chamado de “o grande Shabat”, marcando o início ativo do processo de redenção.

Durante o Seder, há a obrigação de reclinar-se para a esquerda ao beber o vinho e ao comer a matsá, como expressão de liberdade. Esse gesto era, na antiguidade, um sinal de status, pois pessoas livres se apoiavam de maneira relaxada durante as refeições, enquanto escravos permaneciam em posição rígida.

Ao adotar essa postura, cada participante expressa fisicamente a ideia central de Pessach: a passagem da escravidão para a liberdade. Assim, até a forma de sentar-se à mesa se torna parte da vivência simbólica e educativa da noite.

Durante o Seder de Pessach, cada participante é orientado a ver a si mesmo como se estivesse saindo do Egito. Esse princípio não é apenas simbólico, mas parte central da experiência da noite. Por isso, o Seder é estruturado com perguntas, respostas, explicações e alimentos simbólicos, criando uma vivência educativa e envolvente. A transmissão da história não ocorre apenas como relato do passado, mas como uma experiência pessoal, garantindo que cada geração se conecte diretamente com o significado da liberdade.

Antes de Pessach, há um cuidado especial não apenas em não consumir chametz, mas também em eliminá-lo completamente de casa. Esse processo inclui limpeza minuciosa, verificação detalhada (bedikat chametz) e a remoção total de qualquer traço de fermento.

Esse rigor não se aplica da mesma forma a outras proibições alimentares ao longo do ano. Em Pessach, a presença de chametz é totalmente evitada, refletindo não apenas uma lei alimentar, mas também um simbolismo profundo: a remoção do fermento representa a eliminação do orgulho e da arrogância, preparando a pessoa para vivenciar a liberdade de forma mais elevada e consciente.

A partir de Rosh Chodesh Nissan, inicia-se o costume de recitar diariamente o Nassi — um trecho da Torá que descreve as ofertas trazidas pelos líderes das tribos de Israel na inauguração do Mishkan (Tabernáculo).

Do dia 1 ao dia 12 de Nissan, lê-se, a cada dia, a oferta de uma tribo diferente, seguindo a ordem original da inauguração. No dia 13 de Nissan, lê-se a conclusão dessas ofertas, marcando o encerramento do processo de dedicação do Mishkan.

Esse costume destaca que a inauguração do Mishkan não foi um evento isolado, mas um processo contínuo, lembrado ao longo de vários dias. Assim, Rosh Chodesh Nissan marca o início dessa sequência, conectando o presente aos momentos fundadores da vida espiritual do Povo de Israel.

Certas mitsvot podem ser cumpridas mesmo sem intenção deliberada, desde que o ato em si corresponda ao cumprimento do mandamento. Por exemplo, ao ajudar alguém necessitado ou ao evitar causar prejuízo ao próximo, a pessoa pode, de fato, estar cumprindo uma mitsvá, ainda que não tenha essa consciência no momento.
Isso revela que o Judaísmo valoriza profundamente as ações corretas no mundo concreto. Ao mesmo tempo, os ensinamentos ressaltam que desenvolver consciência e intenção ao cumprir as mitsvot eleva esses atos, transformando-os em uma conexão mais profunda com o Divino e unindo conduta ética e propósito espiritual.

Uma curiosidade interessante é que o pão trançado servido no Shabat também passou a ser chamado de chalá, embora o nome originalmente se refira à porção de massa separada como mitsvá.

Tornou-se costume usar pães ricos em ovos, macios e trançados, especialmente preparados para as refeições de Shabat. Durante essas refeições, costuma-se colocar dois pães inteiros sobre a mesa, lembrando a porção dupla de maná que caía na sexta-feira no deserto para o Povo de Israel.

Assim, o termo chalá passou a designar tanto a mitsvá de separar uma porção da massa quanto o pão que acompanha as refeições sagradas do Shabat.

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