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9 Tammuz 5786 | 24 junho 2026

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Curiosidades

A Rainha Esther, a heroína da festa de Purim, tinha um outro nome: Hadassah. Este nome é frequentemente adotado por hospitais e organizações judaicas, principalmente quando lideradas por mulheres. Entre todas as mulheres do Império Persa a mais bonita era Esther, uma judia.

O Rabi Eliyahu de Vilna, conhecido como o Gaon (Gênio) de Vilna, evitava dormir, pois quanto mais tempo dormisse, menos tempo teria para estudar a Torá. Quantas horas de sono ele se permitia por noite? Apenas duas!

Em 1945, a Alemanha Oriental negou qualquer tipo de responsabilidade nacional pelo Holocausto e se recusou a oferecer reparações para sobreviventes judeus. Foi apenas em 1990 que a Alemanha Oriental admitiu culpa pelo Holocausto. Já a Alemanha Ocidental, a partir de 1951, concordou em compensar judeus pela perda de posses que eles sofreram durante a Segunda Guerra Mundial.

Portugal “descobriu” e ocupou o Brasil no ano de 1500. Já em 1502 havia vários cristãos-novos que possuíam plantações de cana-de-açúcar no Brasil. Alguns deles praticavam o judaísmo, mas apenas secretamente, pois temiam que Portugal, que era um país católico, trouxesse a Inquisição ao Brasil.

A Torá ensina que todo mês contém um componente espiritual. Pessach é quando festejamos nossa liberdade física e espiritual; Shavuot é uma festa em que enfatizamos nossa dedicação à Torá; nos dois dias de Rosh Hashaná, todos os seres são julgados por D’us; Yom Kipur é o Dia do Perdão; e Purim é a festa de maior alegria para todo o povo judeu.

Alguns dos piores massacres na história judaica ocorreram durante a época de Pessach. Os judeus eram acusados de realizar assassinatos rituais para usar o sangue de cristãos no preparo de Matsot. Outros massacres eram instigados nos domingos de Páscoa.

A Hagadá – lida durante os Sederim de Pessach – conta a história da libertação do povo judeu da escravidão no Egito. Moisés, o maior dos profetas, foi o protagonista desta história. Quantas vezes é mencionado seu nome na Hagadá? Apenas uma. A razão disso? Explicam os comentaristas da Torá: para que ninguém faça confusão, achando que foi Moisés, e não D’us, o responsável pela libertação dos judeus da opressão egípcia.

Nesta terça-feira à noite, faremos a busca do Chamêts. Em Pessach, não só o proveito, mas até a posse de Chamêts é absolutamente proibida. Portanto, uma busca é feita após o anoitecer para remover todo e qualquer Chamêts de nosso lar, escritório e qualquer outra propriedade.

Em feriados normais e nas refeições de Shabat são colocados sobre a mesa dois pães (chalot), lembrando a porção dupla de maná que caía na véspera das festas. Em Pessach, como não podemos comer pão, em seu lugar são assadas duas matzot. É acrescentada uma terceira matzá como lembrança da alegre origem da festa, que é a liberdade. Esta matzá do meio será partida em dois, para lembrar que é chamada de pão dos pobres. Segundo algumas autoridades, as três matzot representam os sacerdotes (Cohanim), Levis (Leviim) e Israelitas. Alguns estudiosos talmúdicos acreditam que quando Abraham recebeu os três anjos à porta de sua tenda, era Pessach. E quando solicitou a Sara que pegasse três medidas de boa farinha para preparar bolos, ela fez três matzot. Este seria o motivo da inclusão das três matzot na mesa de Pessach.

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