No Judaísmo, há grande cautela quanto à repetição de bênçãos. Quando uma pessoa não tem certeza se já recitou uma berachá, a Halachá estabelece que, na maioria dos casos, ela não deve repeti-la, para evitar a pronúncia do Nome Divino em vão. Esse princípio expressa o profundo respeito pela santidade do Nome de D’us. Assim, mesmo quando existe o risco de deixar de recitar uma bênção, a preservação da santidade do Nome Divino prevalece.