No Judaísmo, a colocação dos tefilin depende de qual é a mão dominante da pessoa. A Halachá estabelece que o tefilin do braço deve ser colocado no braço mais fraco, isto é, no oposto ao da mão dominante. Assim, a maioria das pessoas — destras — coloca os tefilin no braço esquerdo, enquanto canhotos genuínos os colocam no braço direito. Essa regra não é meramente simbólica: ela é tratada com grande precisão haláchica, e a correta determinação da mão dominante pode exigir análise cuidadosa, especialmente em casos de ambidestria. Isso reflete o cuidado do Judaísmo em alinhar o corpo físico ao serviço consciente a D’us.