A Halachá estabelece que a Chanukiá deve ser colocada à esquerda da porta de entrada, enquanto a mezuzá permanece à direita. Dessa forma, quem entra em casa fica simbolicamente “cercado por mitsvot”, indicando que a luz da Torá envolve e protege o lar.

Tradicionalmente, o local ideal é junto à porta que dá para a rua, para cumprir o princípio de divulgar o milagre. Em muitas comunidades da diáspora, no entanto, tornou-se comum colocá-la perto de uma janela, sobretudo em apartamentos ou casas onde a porta não é visível do exterior.

Ambas as práticas são corretas de acordo com a Halachá. O essencial é que as luzes de Chanucá sejam visíveis para quem está fora, sempre que possível. Quando isso não for viável — por segurança, condições climáticas ou estrutura do lar — também é permitido acender dentro da casa, em um local digno e apropriado.

Essa tradição transmite uma mensagem profunda:
a luz espiritual deve iluminar o interior do lar — mas, sempre que possível, também brilhar além dele, levando esperança e inspiração ao mundo.

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