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*Tradução: Google Translate

17 Sivan 5786 | 02 junho 2026

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Você sabia?

O Shulchan simbolizava a fonte do sustento

No Tabernáculo e, posteriormente, no Templo Sagrado de Jerusalém, havia uma mesa especial chamada Shulchan, sobre a qual eram colocados os Lechem HaPanim — os Pães da Proposição.

A Torá ensina que D’us é a fonte de todo sustento e prosperidade. Por isso, o Shulchan servia como uma lembrança constante dessa verdade e, segundo os ensinamentos de nossos Sábios, era também um canal por meio do qual a bênção Divina do sustento fluía para o mundo.

Todo peixe com escamas possui também barbatanas

Todo peixe com escamas possui também barbatanas

O Talmud afirma que todo peixe que possui escamas também possui barbatanas. Por isso, na prática da Halachá, basta verificar a presença de escamas para identificar um peixe casher.

O mais impressionante é que essa afirmação foi registrada há cerca de 1.500 anos, muito antes da biologia marinha moderna e da catalogação das espécies oceânicas. Ainda assim, até hoje, não foi descoberta nenhuma exceção conhecida a essa regra.

Assim, muitos veem nessas leis não apenas orientações alimentares, mas também expressões da profundidade e da sabedoria Divina presentes na Torá e no Talmud.

O que é o Tanach?

O Tanach é o texto central do Judaísmo e constitui a base da tradição religiosa judaica. Seu nome é um acrônimo formado pelas iniciais de suas três divisões principais: Torá, Nevi’im (Profetas) e Ketuvim (Escritos).

A Torá corresponde aos Cinco Livros de Moshé; os Profetas incluem livros históricos e proféticos; e os Escritos reúnem obras como Salmos, Provérbios, Ruth, Ester e Crônicas. Juntas, essas três partes compõem o texto sagrado fundamental do Judaísmo.

Shavuot começa hoje, quinta-feira, à noite e dura dois dias

A festa de Shavuot começa hoje, quinta-feira, ao anoitecer. Na Diáspora, a festividade dura dois dias, e neste ano o segundo dia coincide com o Shabat, encerrando-se apenas ao final do próprio Shabat.

Na primeira noite de Shavuot, há o costume de permanecer acordado estudando Torá durante toda a noite. Essa vigília é conhecida como Tikun Leil Shavuot e é realizada em muitas sinagogas e casas de estudo.

Segundo a tradição judaica, esse costume foi instituído como uma forma de preparação espiritual para a entrega da Torá no Monte Sinai, reforçando a ligação especial entre Shavuot e o estudo da Torá.

Shavuot celebra a entrega da Torá no Sinai

A festa de Shavuot celebra a Revelação Divina no Monte Sinai e a entrega da Torá ao Povo de Israel, ocorrida cinquenta dias após o Êxodo do Egito.

Esse foi um evento único na história humana: D’us Se revelou diante de todo o Povo de Israel — homens, mulheres e crianças — e proclamou os Asseret HaDibrot, os Dez Pronunciamentos.

A Entrega da Torá não representou apenas a transmissão de leis e ensinamentos, mas a criação de uma ligação direta entre o ser humano e a Vontade Divina. Assim, Shavuot marca o momento em que a Torá passou a servir como a ponte que conecta o homem a D’us.

A Torá constitui o propósito da Criação

Segundo o Judaísmo, o propósito da Criação é possibilitar que o mundo físico se torne uma morada para a Presença Divina. A Torá e suas mitsvot são o meio pelo qual esse objetivo pode ser realizado.

Por essa razão, Shavuot — a festa que celebra a Revelação no Monte Sinai — ocupa um lugar central no Judaísmo. Foi nesse momento que o Povo de Israel recebeu a Torá, estabelecendo uma ligação direta entre o mundo material e a Vontade Divina.

Assim, a Torá não é vista apenas como um conjunto de leis ou ensinamentos, mas como a própria expressão da sabedoria e da vontade de D’us no mundo.

O estudo da Torá é considerado uma mitsvá central

O estudo da Torá é considerado uma das mitsvot mais importantes. O próprio Shemá Israel — a declaração central da Fé Judaica — menciona a obrigação de estudar e ensinar as palavras da Torá.

Os Sábios ensinam que o estudo da Torá possui valor equivalente ao conjunto das demais mitsvot, pois, além de transmitir conhecimento, ele estabelece uma conexão direta entre o ser humano e D’us. Assim, estudar Torá não é apenas uma atividade intelectual, mas uma forma de aproximação espiritual com o Divino.

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