Muitas pessoas acreditam que Yom Kipur é o dia mais sagrado do Judaísmo. No entanto, segundo a Halachá, o Shabat possui a mais elevada santidade entre os dias do calendário judaico. Sua santidade não depende da proclamação do Beit Din nem da santificação do calendário, pois foi estabelecida pelo próprio D'us desde a Criação do mundo.

A Torá apresenta o Shabat como um sinal eterno entre D'us e o Povo Judeu, recordando que o Criador fez os Céus e a Terra em seis dias e santificou o sétimo. Por essa razão, todas as semanas o Shabat retorna com a mesma santidade, convidando cada pessoa a interromper suas atividades cotidianas, dedicar-se à oração, ao estudo da Torá e à convivência familiar.

Mais do que um dia de descanso, o Shabat representa um encontro semanal com a santidade. Ele fortalece a ligação entre o Povo Judeu e D'us e recorda que toda a Criação tem sua origem no Criador.