A palavra hebraica chalá (חלה) significa originalmente um pão ou uma porção de massa, mas, na lei judaica, refere-se especificamente à parte da massa que deve ser separada durante o preparo do pão.

De acordo com a Torá, ao preparar massa feita de grãos como trigo, cevada, espelta, aveia ou centeio, é necessário separar uma porção da massa e entregá-la ao cohen, o sacerdote. Essa porção separada é chamada chalá.

Hoje, como o Templo Sagrado de Jerusalém não está em funcionamento e não possuímos as condições de pureza ritual necessárias, a chalá separada não é consumida. Em vez disso, ela é separada e queimada, preservando o mandamento e mantendo viva a lembrança desse serviço sagrado.