Segundo a tradição, o mês que segue Tishrei é Cheshvan — o único mês do calendário judaico sem festas ou jejuns. Os Mestres Chassídicos ensinam que essa aparente “ausência” de santidade em Cheshvan é, na verdade, um convite: D’us nos concede a oportunidade de levar a luz adquirida em Tishrei para dentro da vida cotidiana.

É um mês de ação silenciosa, no qual a devoção se expressa não por meio de celebrações, mas através do serviço constante — transformando a rotina em sagrada e o cotidiano em um reflexo da presença Divina.