Em muitas sinagogas, durante a última estrofe do Lechá Dodi, a congregação se levanta e se volta em direção à entrada da sinagoga para receber simbolicamente o Shabat.

Esse costume está ligado às palavras finais do poema: “Boi Kalá, Boi Kalá” (“Vem, ó Noiva, vem, ó Noiva”). A prática expressa a ideia de que o Shabat é recebido como uma rainha ou uma noiva que chega para trazer santidade, paz e alegria.

Assim, o Lechá Dodi transforma a chegada do Shabat em uma experiência singular, unindo poesia, oração e espiritualidade em uma das tradições mais queridas do Judaísmo.