Ao chamar alguém para uma aliá na leitura da Torá, utiliza-se o nome hebraico da pessoa seguido do nome de seu pai — por exemplo, Yaacov ben Itzchak. Essa prática reforça a continuidade espiritual entre as gerações e expressa a transmissão da identidade dentro do Povo Judeu.
O Midrash relata que um dos méritos que mantiveram o Povo Judeu digno da redenção no Egito foi o fato de que não abandonaram seus nomes hebraicos tradicionais. Mesmo cercados por pressões de assimilação, preservaram seus nomes — e, com eles, sua identidade espiritual.
Assim, o nome hebraico continua sendo uma herança sagrada: um vínculo vivo entre a pessoa, seus antepassados e D’us, que a acompanha em toda a sua jornada espiritual.