Em 1945, a Alemanha Oriental negou qualquer tipo de responsabilidade nacional pelo Holocausto e se recusou a oferecer reparações para sobreviventes judeus. Foi apenas em 1990 que a Alemanha Oriental admitiu culpa pelo Holocausto. Já a Alemanha Ocidental, a partir de 1951, concordou em compensar judeus pela perda de posses que eles sofreram durante a Segunda Guerra Mundial.
Portugal “descobriu” e ocupou o Brasil no ano de 1500. Já em 1502 havia vários cristãos-novos que possuíam plantações de cana-de-açúcar no Brasil. Alguns deles praticavam o judaísmo, mas apenas secretamente, pois temiam que Portugal, que era um país católico, trouxesse a Inquisição ao Brasil.
A Torá ensina que todo mês contém um componente espiritual. Pessach é quando festejamos nossa liberdade física e espiritual; Shavuot é uma festa em que enfatizamos nossa dedicação à Torá; nos dois dias de Rosh Hashaná, todos os seres são julgados por D’us; Yom Kipur é o Dia do Perdão; e Purim é a festa de maior alegria para todo o povo judeu.
Alguns dos piores massacres na história judaica ocorreram durante a época de Pessach. Os judeus eram acusados de realizar assassinatos rituais para usar o sangue de cristãos no preparo de Matsot. Outros massacres eram instigados nos domingos de Páscoa.
A Hagadá – lida durante os Sederim de Pessach – conta a história da libertação do povo judeu da escravidão no Egito. Moisés, o maior dos profetas, foi o protagonista desta história. Quantas vezes é mencionado seu nome na Hagadá? Apenas uma. A razão disso? Explicam os comentaristas da Torá: para que ninguém faça confusão, achando que foi Moisés, e não D’us, o responsável pela libertação dos judeus da opressão egípcia.
Nesta terça-feira à noite, faremos a busca do Chamêts. Em Pessach, não só o proveito, mas até a posse de Chamêts é absolutamente proibida. Portanto, uma busca é feita após o anoitecer para remover todo e qualquer Chamêts de nosso lar, escritório e qualquer outra propriedade.
Em feriados normais e nas refeições de Shabat são colocados sobre a mesa dois pães (chalot), lembrando a porção dupla de maná que caía na véspera das festas. Em Pessach, como não podemos comer pão, em seu lugar são assadas duas matzot. É acrescentada uma terceira matzá como lembrança da alegre origem da festa, que é a liberdade. Esta matzá do meio será partida em dois, para lembrar que é chamada de pão dos pobres. Segundo algumas autoridades, as três matzot representam os sacerdotes (Cohanim), Levis (Leviim) e Israelitas. Alguns estudiosos talmúdicos acreditam que quando Abraham recebeu os três anjos à porta de sua tenda, era Pessach. E quando solicitou a Sara que pegasse três medidas de boa farinha para preparar bolos, ela fez três matzot. Este seria o motivo da inclusão das três matzot na mesa de Pessach.
Judeus não podem comer ou possuir chametz durante Pessach. Não podemos nem alimentar animais com chametz durante os oito dias desta festa judaica. Num lar judaico, mesmo os animais de estimação só podem comer alimentos que sejam casher para Pessach.
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Acendimento das velas