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7 Sivan 5786 | 23 maio 2026

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Curiosidades

Neste ano (5785 no calendário judaico, 2025 no calendário civil), a festa de Shavuot começa no domingo à noite e termina ao anoitecer da terça-feira. É importante lembrar que, no segundo dia de Yom Tov, as velas devem ser acesas a partir de uma chama pré-existente, pois é permitido transferir fogo em Yom Tov, mas […]

O patriarca Jacob recebeu o nome Israel após lutar durante a noite com um ser misterioso — descrito pela Torá como um “homem”, mas tradicionalmente interpretado como um anjo ou emissário divino. Após perseverar na luta e se recusar a desistir, Jacob é abençoado por esse anjo, que lhe concede um novo nome: Israel — “aquele que lutou com D’us e com os homens e prevaleceu”.

Esse nome passou a simbolizar a força espiritual, física e moral do Povo Judeu ao longo da história, e foi adotado como o nome do moderno Estado Judeu: Israel.

O dia 9 de Av (Tishá beAv) é o mais trágico do calendário judaico. De acordo com a tradição, tanto o Primeiro Beit HaMikdash (Templo construído pelo rei Salomão) quanto o Segundo Beit HaMikdash (reconstruído no retorno do exílio babilônico) foram destruídos exatamente na mesma data — o 9 de Av — com cerca de seis séculos de diferença. O primeiro foi destruído pelos babilônios em 586 a.E.C.; o segundo, pelos romanos no ano 70 E.C.

Esse alinhamento não é visto como coincidência, mas como parte de uma realidade espiritual profunda. Tishá beAv tornou-se um dia nacional de luto e jejum, marcado por reflexões sobre as causas espirituais das destruições. Segundo a visão chassídica, dentro da escuridão desse dia está oculta a semente da redenção. Os profetas ensinam que, no futuro, este mesmo dia será transformado em festa e alegria, com a vinda de Mashiach e a reconstrução do Terceiro Beit HaMikdash — eterno e completo.

No Judaísmo, o dia começa ao anoitecer, conforme o relato da Criação: “E foi a tarde e foi a manhã, o primeiro dia” (Gênesis 1:5). Por isso, o Shabat se inicia ao pôr do sol de sexta-feira e se encerra na noite de sábado, com a cerimônia da Havdalá.

A Menorá original, usada no Templo de Jerusalém, tinha sete braços e era feita de ouro puro, conforme instruções detalhadas no livro de Êxodo. Já a Chanuquiá, usada na festa de Chanucá, possui oito braços (mais um suporte adicional, o shamash) para lembrar o milagre do azeite que durou oito dias, embora houvesse óleo suficiente para apenas um. 

No Judaísmo, a vida cotidiana é permeada por bênçãos (berachot), que expressam gratidão e consciência da presença divina em todos os momentos. Há bênçãos para alimentos, aromas, paisagens naturais, trovões, relâmpagos, boas notícias — até mesmo ao ver uma árvore frutífera florescendo. Cada uma é uma forma de espiritualizar o cotidiano e reconhecer a mão de D’us em tudo.

O Tefilin (filactérios) é um conjunto de pequenas caixas de couro contendo trechos da Torá, amarradas no braço e na cabeça durante as preces matinais. Ele representa a submissão da mente e do coração à vontade de D’us. Não se usa tefilin em Shabat ou nas festas religiosas (Yamim Tovim), pois esses dias, por si só, já são considerados um “sinal” entre D’us e Israel — como os próprios tefilin.

Rabi Akiva, o maior sábio do Talmud, só começou a estudar a Torá aos 40 anos de idade. Ele cresceu como um pastor ignorante e analfabeto. Rabi Akiva começou a estudar Torá para poder se casar com Raquel, filha de Kalba Savua. Posteriormente, Rabi Akiva se tornou o maior rabino da história judaica.

Shemini Atseret marca o início da temporada de chuvas em Israel. A reza por chuva – Tefilat Hageshem – é uma das principais rezas dessa festa judaica. Em Israel, Shemini Atseret e Simchat Torá são o mesmo feriado religioso. Fora de Israel, são duas datas distintas – dois dias de Yom Tov.

Acendimento das velas

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