O Museu Judaico do Rio de Janeiro e o Centro Cultural da Justiça Federal trazem pela primeira vez ao Rio as fotografias em preto-e-branco do filipino Emmanuel Santos, que retrata as observâncias, os rituais e a diversidade do judaísmo em 12 países, inclusive o Brasil.

A exposição será inaugurada dia 14/11, terça-feira, às 19 horas, na galeria do Centro Cultural da Justiça Federal, av. Rio Branco 241 (metrô Cinelândia), com a presença da Embaixadora de Israel no Brasil, Tzipora Rimon. Com entrada franca, estará aberta até 9 de janeiro, de terça a domingo, de 12 às 19 horas.

As 64 fotos que estarão expostos no Rio são ao mesmo tempo realistas e oníricas. Com o olhar de um artista cujo foco é a dignidade humana, o fotógrafo trafega do sonho ao cotidiano, sem recorrer a montagens nem a cenários e captando a poesia onde quer que a encontre -- em varais de roupa, salas de estudo, cemitérios, becos e ruas. Em suas imagens pouco óbvias, a luz se insinua mais que se impõe. Dividida em quatro núcleos temáticos – Noite, Alvorada, Luz e Crepúsculo -- a exposição inclui imagens como o encontro do Dalai Lama com o grão-rabino de Melbourne, o casamento judaico na Toscana, o interior de uma sinagoga na Ucrânia, o bar mitzva em Buenos Aires e o costume judaico de alimentar elefantes com amendoins na Índia.

Emmanuel tem 47 anos e formou-se em Engenharia Industrial antes de emigrar para a Austrália, em 1982. Vive hoje em Melbourne, de onde sai para constantes viagens como fotógrafo especializado em etnologia e na criação de ensaios de documentação social. Já trabalhou como fotógrafo do Alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidos e fotografou os rituais e as práticas culturais de filipinos, aborígenes australianos, vietnamitas, chineses e judeus. Para fotografar comunidades judaicas, visitou, nos últimos 15 anos, Rússia, Ucrânia, Bulgária, Índia, Estados Unidos, França, Tunísia, Marrocos, Polônia, Israel, Argentina e Brasil.

O Museu Judaico do Rio de Janeiro e o Centro Cultural da Justiça Federal trazem pela primeira vez ao Rio as fotografias em preto-e-branco do filipino Emmanuel Santos, que retrata as observâncias, os rituais e a diversidade do judaísmo em 12 países, inclusive o Brasil.

A exposição será inaugurada dia 14/11, terça-feira, às 19 horas, na galeria do Centro Cultural da Justiça Federal, av. Rio Branco 241 (metrô Cinelândia), com a presença da Embaixadora de Israel no Brasil, Tzipora Rimon. Com entrada franca, estará aberta até 9 de janeiro, de terça a domingo, de 12 às 19 horas.

As 64 fotos que estarão expostos no Rio são ao mesmo tempo realistas e oníricas. Com o olhar de um artista cujo foco é a dignidade humana, o fotógrafo trafega do sonho ao cotidiano, sem recorrer a montagens nem a cenários e captando a poesia onde quer que a encontre -- em varais de roupa, salas de estudo, cemitérios, becos e ruas. Em suas imagens pouco óbvias, a luz se insinua mais que se impõe. Dividida em quatro núcleos temáticos – Noite, Alvorada, Luz e Crepúsculo -- a exposição inclui imagens como o encontro do Dalai Lama com o grão-rabino de Melbourne, o casamento judaico na Toscana, o interior de uma sinagoga na Ucrânia, o bar mitzva em Buenos Aires e o costume judaico de alimentar elefantes com amendoins na Índia.

Emmanuel tem 47 anos e formou-se em Engenharia Industrial antes de emigrar para a Austrália, em 1982. Vive hoje em Melbourne, de onde sai para constantes viagens como fotógrafo especializado em etnologia e na criação de ensaios de documentação social. Já trabalhou como fotógrafo do Alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidos e fotografou os rituais e as práticas culturais de filipinos, aborígenes australianos, vietnamitas, chineses e judeus. Para fotografar comunidades judaicas, visitou, nos últimos 15 anos, Rússia, Ucrânia, Bulgária, Índia, Estados Unidos, França, Tunísia, Marrocos, Polônia, Israel, Argentina e Brasil.