Os Sábios ensinam que a destruição do Segundo Templo marcou o início do longo exílio do Povo Judeu. Da mesma forma, sua reconstrução será um dos sinais mais marcantes da Redenção final.
Essa esperança permanece viva em diversos costumes preservados até hoje. Ao final da cerimônia de casamento, por exemplo, o noivo quebra um copo para recordar que nenhuma alegria pode ser completa enquanto o Beit HaMikdash permanecer destruído. Da mesma forma, nas três orações diárias, o Povo Judeu suplica pela reconstrução de Jerusalém e do Templo Sagrado.
Esses costumes expressam uma convicção que atravessa gerações: a de que a destruição não é definitiva e de que a plena manifestação da Presença Divina retornará ao mundo com a reconstrução do Beit HaMikdash.