O Mishkan era dividido em três áreas principais: o Pátio, o Lugar Santo e o Santo dos Santos. Cada uma representava um nível diferente de santidade e de proximidade com D’us.

O Santo dos Santos era o local mais sagrado de todos. Ali ficava a Arca da Aliança, que continha as Tábuas da Lei. Apenas o Cohen Gadol podia entrar nesse recinto, e somente uma vez por ano, em Yom Kipur.

Essa estrutura ensinava que o serviço a D’us abrange todos os níveis da existência humana, desde as atividades mais elevadas e espirituais até os aspectos mais concretos da vida cotidiana. Assim, o Mishkan não era apenas um edifício sagrado, mas também um modelo da missão de transformar o mundo em uma morada para a Presença Divina.