Morashá

CARTA AO LEITOR:
ANO XII N.49 JUNHO 2005

As Leis que nos foram outorgadas com a Torá, em Shavuot, que logo estaremos comemorando, são os fundamentos que alicerçam o judaísmo.

Nesta edição da revista Morashá, trazemos artigos que confirmam e transmitem estes valores e conceitos. "A Arca da Aliança", por exemplo, conta como o Aron Hakodesh, ponto central do Tabernáculo e símbolo de nosso relacionamento com D'us, nos manteve unidos em torno de nossa fé, onde quer que estivéssemos.

E, um dos grandes pilares do judaísmo é a esperança - a esperança que nos faz seguir em frente, vencendo dificuldades e superando obstáculos; que nos dá coragem de lutar por um amanhã melhor.

O artigo "Uma viagem diferente", de Raquel Orenstajn, também ilustra o sentimento de esperança e fé que fez com que as pessoas sobrevivessem aos sofrimentos do Holocausto, mostrando-nos que é através de um "diálogo com a lembrança do passado e o compromisso de continuidade através das gerações", que seguiremos avante.

Foi graças à fé e à esperança que o Povo de Israel conseguiu sobreviver a diásporas, pogroms e ao Holocausto, até conseguir voltar para Israel e para Jerusalém. Poderia esse povo ter sobrevivido aos sofrimentos do século XX se tivesse perdido a esperança?

O título do Hino Nacional de Israel é Hatikva. A palavra Tikvá, em hebraico, significa "Esperança". Hatikva nos fala dessa esperança, a imortal esperança do Povo Judeu, através dos longos anos de exílio, de que um dia retornaria à sua terra, independente e soberana. Portanto, quando juntos cantamos Hatikva, estamos fazendo muito mais do que entoar o Hino Nacional. Estamos, na verdade, concretizando um anseio milenar.

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CARTA AO LEITOR:
ANO XII N.49 JUNHO 2005

As Leis que nos foram outorgadas com a Torá, em Shavuot, que logo estaremos comemorando, são os fundamentos que alicerçam o judaísmo.

Nesta edição da revista Morashá, trazemos artigos que confirmam e transmitem estes valores e conceitos. "A Arca da Aliança", por exemplo, conta como o Aron Hakodesh, ponto central do Tabernáculo e símbolo de nosso relacionamento com D'us, nos manteve unidos em torno de nossa fé, onde quer que estivéssemos.

E, um dos grandes pilares do judaísmo é a esperança - a esperança que nos faz seguir em frente, vencendo dificuldades e superando obstáculos; que nos dá coragem de lutar por um amanhã melhor.

O artigo "Uma viagem diferente", de Raquel Orenstajn, também ilustra o sentimento de esperança e fé que fez com que as pessoas sobrevivessem aos sofrimentos do Holocausto, mostrando-nos que é através de um "diálogo com a lembrança do passado e o compromisso de continuidade através das gerações", que seguiremos avante.

Foi graças à fé e à esperança que o Povo de Israel conseguiu sobreviver a diásporas, pogroms e ao Holocausto, até conseguir voltar para Israel e para Jerusalém. Poderia esse povo ter sobrevivido aos sofrimentos do século XX se tivesse perdido a esperança?

O título do Hino Nacional de Israel é Hatikva. A palavra Tikvá, em hebraico, significa "Esperança". Hatikva nos fala dessa esperança, a imortal esperança do Povo Judeu, através dos longos anos de exílio, de que um dia retornaria à sua terra, independente e soberana. Portanto, quando juntos cantamos Hatikva, estamos fazendo muito mais do que entoar o Hino Nacional. Estamos, na verdade, concretizando um anseio milenar.


ISRAEL HOJE

O apoio de Costa Rica e El Salvador a Israel

O apoio de Costa Rica e El Salvador a Israel

Dois pequenos países demonstram como é possível desafiar grandes pressões internacionais e proteger suas convicções.

Edição 49 - Junho de 2005

HOLOCAUSTO

Souza Dantas

Souza Dantas

O historiador carioca fabio koifman, em seu livro ‘quixote nas trevas’, conta a vida do embaixador brasileiro Luiz Martins de Souza Dantas, chefe da representação brasileira na França, de 1922 até 1943. Durante o Holocausto, movido pelo que mais tarde chamaria de -sentimento de piedade cristã-, Souza Dantas desafiou o Terceiro Reich e as diretrizes da política externa ditada pelo presidente brasileiro Getúlio Vargas, para ajudar judeus e outras vítimas do nazismo.

Edição 49 - Junho de 2005

HOLOCAUSTO

A jornada na Yeshivá Mirrer

A jornada na Yeshivá Mirrer

A rapidez e a eficiência de uma operação para salvar os alunos de uma yeshivá parecem peças de um quebra-cabeças que se encaixou com incrível precisão. Como se tudo tivesse sido planejado à perfeição. No entanto, na realidade, uma série de pequenos milagres foram sucedendo, a cada obstáculo.

Edição 49 - Junho de 2005

HOLOCAUSTO

Uma viagem diferente

Uma viagem diferente

‘Jamais esquecer!’ Esta frase resume a ‘Marcha da Vida’, e os 20.000 participantes sentiram, em 5 de maio último, o peso destas palavras. Perceberam que nada se compara a uma visita aos campos de concentração. Ver com os próprios olhos é devastador, a mente não consegue assimilar tamanha barbárie. Como pôde um homem infligir tamanha atrocidade a outro, e o mundo se calar?

Edição 49 - Junho de 2005

COMUNIDADES DA DIÁSPORA

Córdoba, berço da Idade de Ouro

Córdoba, berço da Idade de Ouro

Córdoba desempenhou papel central na história judaica. Foi nesse centro urbano, berço de uma das mais influentes e prósperas comunidades da idade média, que, no século x, lançaram-se as bases para a chamada 'idade do ouro' do judaísmo espanhol.

Edição 49 - Junho de 2005

COMUNIDADES DA DIÁSPORA

Os judeus de Barbados

Os judeus de Barbados

Não há consenso entre os historiadores sobre a data exata em que os judeus chegaram a Barbados. No entanto, é certo que os de origem sefaradita tiveram uma influência marcante na formação da comunidade local.

Edição 49 - Junho de 2005

COMUNIDADES DA DIÁSPORA

A Córdoba Judaica

A Córdoba Judaica

A sinagoga de Córdoba e um passeio pelas ruas da Judería permitem vislumbrar a glória de um tempo conhecido como a 'Idade de Ouro' do judaísmo espanhol.

Edição 49 - Junho de 2005

HISTÓRIA JUDAICA MODERNA

A Inquisição, os judeus e os árabes

A Inquisição, os judeus e os árabes

Uma das indagações que sempre se fizeram os historiadores foi a nítida diferença com que a Inquisição tratava muçulmanos e judeus. Na verdade, o número de processos por conta de seguidores da religião de Maomé é diminuto e totalmente desproporcional ao do julgamento dos cripto-judeus considerados apóstatas da igreja católica por retornarem à prática judaizante.

Edição 49 - Junho de 2005

LEIS, COSTUMES E TRADIÇÕES

A Arca da Aliança

A Arca da Aliança

O Aron Hakodesh - a Arca Sagrada ou Arca da Aliança - era o ponto focal do Tabernáculo, o local de maior santidade pelo fato de abrigar as Tábuas da Lei e a Torá, Testemunhos da Aliança Eterna selada no Monte Sinai entre D'us e Seu povo.

Edição 49 - Junho de 2005

BIOGRAFIAS

Eli Cohen, o espião mestre

Eli Cohen, o espião mestre

Há quarenta anos, às 3 horas e 35 minutos do dia 18 de maio de 1965, era enforcado em Damasco um jovem perto de completar 41 anos de idade, chamado Elie Cohen, o mais notável dos agentes secretos que até hoje atuaram nos serviços de inteligência de Israel.

Edição 49 - Junho de 2005

ARTE E CULTURA

Enrico Macias

Enrico Macias

Ícone da música árabe-andaluz, Enrico Macias se tornou porta-voz de todo um povo, desarraigado da África do Norte durante a década de 1960. As melodias entoadas, há tantos anos, por este judeu argelino, atualmente radicado em Paris, são prova de que o artista construiu uma carreira internacional de sucesso, sem, no entanto, abandonar suas raízes.

Edição 49 - Junho de 2005

HISTÓRIA DE ISRAEL

Jerusalém: a capital eterna do povo judeu

Jerusalém: a capital eterna do povo judeu

‘Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que perca a minha destra a sua destreza! Que se cole a minha língua ao palato, se não me lembrar sempre de ti e não mantiver a tua lembrança acima de minha maior alegria!’ (Salmo 137)

Edição 49 - Junho de 2005

PROFETAS E SÁBIOS

Hasdai Ibn Shaprut

Hasdai Ibn Shaprut

De carismática personalidade e aguçada inteligência, Ibn Shaprut foi o primeiro de um grande grupo de dignitários judeus que serviram reis e príncipes. Médico, diplomata e ministro da corte do califa de Córdoba, era encarregado das negociações com delegações estrangeiras que chegavam ao Califado, o que fazia com grande habilidade. É um exemplo vivo da multiplicidade de áreas em que atuavam os judeus de Sefarad.

Edição 49 - Junho de 2005

SHAVUOT

Shavuot: A outorga da Torá

Shavuot: A outorga da Torá

No sexto dia do mês hebraico de Sivan, o povo judeu, unido como se fosse uma só pessoa, testemunhava a revelação divina e o recebimento da Torá no Monte Sinai.

Edição 49 - Junho de 2005

SHAVUOT

Shavuot: Leis de Shavuot

Shavuot: Leis de Shavuot

Shavuot é comemorada durante um dia, em Israel, e dois na diáspora, sempre no 6o dia do mês de Sivan, este ano, dia 13 de junho.

Edição 49 - Junho de 2005