Morashá

HOLOCAUSTO


Oculta sob os holofotes

Oculta sob os holofotes

Durante a 2ª Guerra Mundial, enquanto Paris estava em mãos do Terceiro Reich, vários oficiais nazistas podiam ser vistos entre o público que assistia Florence Waren dançar. Eles jamais desconfiaram que se tratava de uma jovem judia. “Oculta sob os holofotes”, como ela costumava dizer, passou a ajudar judeus e a Resistência francesa

Edição 111 - Junho de 2021

Médicos nazistas, indignos de homenagens

Médicos nazistas, indignos de homenagens

Não obstante os persistentes esforços da Sociedade de Medicina Interna Alemã (SAMI) para evitar que as atrocidades médicas realizadas no Terceiro Reich se tornassem públicas, as aberrações médicas ocorridas nesse período acabaram por vir à tona, levando à reconsideração de títulos honoríficos concedidos a médicos que praticaram atrocidades durante o nazismo.

Edição 110 - Março de 2021

Dia Internacional do Holocausto

Dia Internacional do Holocausto

O tema do evento da Fundação Mundial Fórum do Holocausto, no Yad Vashem, o Memorial do Holocausto, em Jerusalém, foi “Relembrando o Holocausto, combatendo o Antissemitismo”. Participaram delegações de 49 países, incluindo 45 chefes de Estado e membros da realeza europeia, recordando o que não se pode esquecer, jamais!

Edição 107 - Abril de 2020

Talentos musicais em Buchenwald: 1937-1945

Talentos musicais em Buchenwald: 1937-1945

Um campo sinistro, localizado na Alemanha, perto da cidade de Weimar, Buchenwald abrigou milhares de prisioneiros judeus, entre eles virtuosos músicos e compositores, como Arno Nadel, Hermann Leopoldi, Paul Morgan e Benzion Moskovitz.

Edição 107 - Abril de 2020

Enquanto seis milhões morriam

Enquanto seis milhões morriam

Ao longo de 75 anos de História, a pergunta mais instigante ainda não teve uma resposta convincente: Por que as grandes potências não impediram o Holocausto? Os Estados Unidos e a Inglaterra, líderes dos países aliados na 2ª Guerra Mundial, pouco ou nada fizeram para obstar o extermínio de seis milhões por uma razão tão lógica quanto simples: os judeus eram descartáveis.

Edição 107 - Abril de 2020

Franceska Mann, símbolo  de resistência e bravura

Franceska Mann, símbolo de resistência e bravura

23 de outubro de 1943. No vestiário do Crematorium II de Auschwitz-Birkenau, quando poucos passos a separavam das câmaras de gás, Franceska Mann, uma bailarina judia polonesa, consegue arrebatar a arma de um oficial nazista e dispara, acertando-o em cheio. Esse relato de testemunhas oculares consta dos anais do Tribunal Militar Internacional, de Nuremberg.

Edição 106 - Dezembro de 2019