Morashá
CARTAS Foto Ilustrativa

CARTAS

Muito nos comoveu o artigo sobre os judeus e o Holocausto em Atenas, publicado na edição 45 de Morashá. Minha mãe, Sara Menache, natural de Salonica, atualmente com 88 anos, ainda se lembra do dia em que os poucos judeus que viviam em Atenas foram deportados pelos alemães para os campos de concentração.

Edição 46 - Setembro de 2004


Muito nos comoveu o artigo sobre os judeus e o Holocausto em Atenas, publicado na edição 45 de Morashá. Minha mãe, Sara Menache, natural de Salonica, atualmente com 88 anos, ainda se lembra do dia em que os poucos judeus que viviam em Atenas foram deportados pelos alemães para os campos de concentração. Nessa época, ela vivia em Atenas, sob o nome de Maria Calenopoulos, com seu filho de um ano. O então rabino-chefe da capital grega, Elias Barzilai, que é citado no artigo, viveu alguns meses em Belo Horizonte (MG), no início da década de 1960. Minha mãe e meu irmão foram salvos por uma família grega de Pireus. Toda a sua família, que vivia em Salonica, foi deportada e nunca se teve notícia de algum sobrevivente, com exceção do meu pai, que fugiu com as filhas para as montanhas. Gostaríamos de contatar alguém que tenha vivido na cidade entre 1916 e 1938.

Bela Menache Dachez (por e-mail)

Parabéns a Morashá. Para mim, que ensino aos meus filhos a responsabilidade de serem judeus e de terem uma conduta digna de um judeu, a revista é muito importante. É um exemplo, pois a manutenção da continuidade judaica em Fortaleza (CE) é difícil. Obrigada Morashá, por mais um lar judaico ter a contribuição de seus ensinamentos.

Cláudia Boim Fortaleza, CE

Sou assinante da Morashá há vários anos e gosto muito dos artigos e da abordagem que é feita sobre o judaísmo. Acho que as informações obtidas através da leitura da revista ajudam o leitor a aprofundar seus conhecimentos sobre temas judaicos. Minha filha estudou no Colégio Bialik, é casada com um israelense e vive atualmente nos Estados Unidos. Gostaria que ela também recebesse esta publicação, para que suas raízes judaicas continuem vivas.

Renata Shaham - Santa Clara, Califórnia, EUA

Gostaria de agradecer a assinatura da revista Morashá. Confesso que foi uma gratificante surpresa a qualidade do material, da impressão, a profundidade e a clareza dos assuntos abordados, além da riqueza da herança cultural e história desta maravilhosa obra e, ainda, as maravilhosas revelações do judaísmo. Acredito que esta obra não pode ser vendida, pois qual seria o valor arbitrado a tão inestimável riqueza?

Francisco C. B. Holanda Pinto Quixadá, CE

Recebi a edição 45 de Morashá e, como é habitual, ela traz um material muito interessante sobre cultura judaica. Há também o registro do livro do qual sou co-autor, junto com Guilherme Faiguenboim e Anna Rosa Campagnano - Dicionário Sefaradi de Sobrenomes (Dictionary of Sephardic Surnames). Gostaria de informar que a obra recebeu o AJL Judaica Reference Award, concedido pela Association of Jewish Libraries (AJL). Criado em 1984, inclui em sua lista de premiados, entre outros, o rabino Adin Steinzaltz (1989) e o rabino Jacob Rader Marcus - deão dos historiadores judeo-americanos (1994). Somos os primeiros autores fora dos EUA a receber a láurea.

Paulo Valadares Campinas, SP

Excelente o artigo "Atos de bondade" publicado na edição nº 45. Reparei também que a revista está com nova diagramação. Parabéns a todos os que fazem desta revista um excelente canal de conhecimento da tradição judaica.

Maria Simas Curitiba - PR

 

Erratas:

No artigo "Holocausto em Atenas", edição nº 45, faltou mencionar o crédito da foto à página 30. Yad Vashem, vol. 33, Primavera 2004.

No artigo Kidush Levaná: a Bênção da Lua, da edição nº 45, página 7, primeiro parágrafo, 10ª linha, ao invés de "bênção da Lua", leia-se "A bênção do Sol por sua vez é feita de 28 em 28 anos...".

No artigo "Theodor Herzl, cem anos do sonho à realidade", edição nº45, página 36, segunda coluna, segundo parágrafo, leia-se "Em Viena, o reverendo Hechler, que encarava a volta dos judeus à Palestina como uma profecia bíblica, conseguiu-lhe uma entrevista com o Grão-Duque de Baden, que serviria de ponte para uma audiência com o Chanceler Bismarck, da Alemanha. Não foi atendido e só chegou a falar com o Kaiser Wilhelm II em 1902, quando visitou a Palestina...".