Morashá
CARTAS Foto Ilustrativa

CARTAS

Cartas

Edição 41 - Junho de 2003


Agradecemos o envio da publicação, a qual enriquecerá o acervo desta biblioteca. Esta obra é muito valiosa tanto para os professores quanto para os estudantes desta Universidade, já que apresenta novas informações para pesquisadores.
Sra. Genevieve Buentello
The University of Texas at Austin
Nettie Lee Benson Latin American Collection
Austin - USA

É com alegria que comemoramos o 10º ano de existência da revista Morashá, pois através de suas matérias havia um artigo sobre a história da cidade de Alepo, na qual meu pai nasceu (1926), mas sobre a qual pouco sabia, pois emigrou ainda pequeno para o Brasil. Ao ler a edição 40, fiquei ainda mais surpresa. Nela encontrei parte da história dos meus antepassados, desta vez sobre os meus avós maternos. Eles nasceram na cidade de Kishinev (1905) e emigraram para o Brasil no ano de 1926. Assim, agradeço a oportunidade de receber os exemplares desta publicação, de aprender sobre a história do nosso povo, de seguir nossa tradição e de repassar aos meus filhos e amigos o conhecimento adquirido.
Zélia Gracie Bteshe
Por e-mail

Ao receber o número comemorativo dos dez anos deMorashá, senti a vontade e o dever de en-viar esta mensagem. A vontade de manifestar meus votos de que esta iniciativa em prol do judaísmo seja coroada de êxito por muitos anos. O dever de testemunhar, como membro da liderança judaica brasileira, o papel fundamental que a Morashá exerce na preservação e difusão da cultura e da tradição judaica. Morashátem qualidade primorosa e é um orgulho para os judeus do Brasil. Mazal Tov pela primeira década.
Osias Wurman
Rio de Janeiro - RJ

Congratulações pelos dez anos de bons serviços prestados às comunidades judaicas do Brasil. A composição gráfica da revista, já tão enaltecida por numerosos leitores, colabora para a manutenção da nossa auto-estima e continua sendo um cartão de visitas digno de concorrer com as melhores publicações do país. O conteúdo é enriquecedor trazendo sempre informações sobre o amplo mundo judaico.
Malvina Ghivelder
Rio de Janeiro - RJ

Gostaria de parabenizar a equipe de Morashá pelo belíssimo e interessante exemplar referente aos dez anos da revista. Mazaltov.
Ann Helen Wainer
Estados Unidos

Foi com muita alegria que recebi a edição especial de 10 anos da Morashá. A revista é realmente um primor, tanto no conteúdo quanto na parte gráfica. Parabéns.
Silvia Zimmermann
São Paulo - SP

Há alguns anos, conheci a Morashá através de um grande amigo, já falecido, Max Yitzhak. Sempre que ele recebia a revista, primeiro a lia e depois me emprestava. Na semana seguinte, conversávamos sobre o que mais havíamos gostado, sempre após as rezas de Shabat. Após a morte de Yitzhak, não sabia o que fazer para passar a receber a Morashá, pois apesar de poder ler aos artigos em outros locais, eu gostaria de ter um exemplar para mim, para que eu pudesse sublinhar as frases importantes, como faço em todas as minhas leituras. Finalmente, consegui me cadastrar e em abril tive uma grata surpresa ao abrir a minha caixa de correio. Lá estava a Morashá. Espero continuar recebendo a revista enquanto viver, mesmo quando mudar-me para Israel.
Tsipora Bat Abraham
Belo Horizonte - MG

Meus mais sinceros parabéns à equipe de Morashá pelos dez anos da revista, que é um marco do jornalismo judaico latino-americano. Que este aniversário da primeira década se multiplique por muitas outras, para o bem da consciência judaica do continente.
Pedro J. Olschanky
Diretor de Comunicação, Congresso Judaico Latino-Americano
Buenos Aires - Argentina

É inquestionavelmente de relevância ímpar na imprensa brasileira uma revista do teor da Morashá. Tanto eu quanto meus irmãos, Max e Carlos Chocrón, continuamos recebendo regularmente em nossos lares todos os exemplares da sua publicação e sentimo-nos muito honrados. Atualmente estou trabalhando em uma plataforma em alto mar, tendo que chegar ao meu local de trabalho via helicóptero, o que me impede de trazer alguns exemplares a bordo. Assim, consulto regularmente o site através do qual posso acessar as edições da revista.
Jacques Chocrón
Rio de Janeiro - RJ

O mais recente número da Morashá, que inclui as seções Nossas Festas, Nossos Sábios, Personalidade, Shoá, Comunidades e outras, está uma verdadeira jóia literária. Vale a pena ler.
Isaac Assayag
Manaus - AM

Gostaria de agradecer o envio da revista Morashá. Parabéns pelo enfoque dado no artigo "Monte Sinai: o encontro entre D’us e Israel", quando o povo de Israel se forma como tal ao responder "Faremos e ouviremos" e por livre arbítrio.
Léa Hasson Soibelman
Por e-mail

Recentemente, fiquei mais fami-liarizado com a revista Morashá. Estou impressionado com a qualidade da publicação. Seu empenho em distribuir uma revista de conteúdo de tão alto nível para a comunidade judaica está superando as expectativas.
Yivsam Azgad
Head, Publications and Media Relations
Weizmann Institute of Science
Rehovot - Israel 

Antes de qualquer coisa, gostaria de parabenizar a Redação de Morashá pela passagem dos dez anos da publicação. Sempre aguardo pela nova revista, pois há sempre muita informação não apenas de conteúdo judaico, mas de interesse histórico mundial.
Sérgio Marcos Krieger
Curitiba - PR

Receber a revista Morashá tem sido uma grande satisfação. Gostaria de parabenizar a equipe que nos proporciona uma leitura de alto nível, com artigos de interesse espiritual e cultura.
Rachel Tzaliach
Jerusalém - Israel

Com muita alegria e saudades li na edição 39 da revista Morashá o artigo "Grande Templo Israe-lita". Durante três anos 1937, 1938 e 1939 participei do coro da entidade, cantando nas festas de Rosh Hashaná e Yom Kipur em serviços oficiados pelo chazan Katz e sob a regência do maestro Lederman. Eu tinha então entre 11 e 14 anos. Participavam do coro jovens e adultos... Gostaria de citar meu barmitzvá, que também foi realizado no Templo, cuja parashá Nachamu-Nachamu foi me ensinada pelo meu saudoso pai, Baruch Brachmans. Ele era freqüentador assíduo do Templo e tinha uma cadeira numerada permanente. Atualmente vivo em Salvador com minha esposa e meus filhos e freqüentamos a sinagoga da cidade, que conta com um jovem rabino entusiasta que está conseguindo aumentar a freqüência. As lembranças do Templo foram despertadas pela reportagem, trazendo também saudade.
Luiz Brachmans
Salvador - BA

Já conheço a revista Morashá há anos, minha tia coleciona desde o primeiro exemplar, mas não empresta de jeito nenhum. Eu gostaria de fazer uma assinatura.
André Snitkowsky Segall
Curitiba - PR

Em maio deste ano, tivemos o III Encontro da Família Azoubel – 100 anos de Brasil, no qual reunimos em Sauípe 204 pessoas entre familiares e amigos. Vi o quanto me orgulho de pertencer a essa família judaica, vinda da Grécia – Salônica. É importante para nós, mais novos, sabermos a nossa origem e sempre que possível comemorarmos todos juntos.
Hannah Azoubel Abram (9 anos)
Salvador - Bahia

Parece que vivemos correndo contra o relógio hoje em dia. Entretanto, percebi que, desde que morei nos Estados Unidos, não encontrava tanto prazer em ler uma publicação tão abrangente, diversificada e acima de tudo séria. Gosto de reservar alguns momentos, nas tardes de Shabat, para ler e meditar sobre assuntos judaicos; senão, parece que o Shabat não se completou e ultimamente sinto falta de publicações com artigos concisos que me façam pensar e/ou pesquisar.
Ester Eliana A. Lasry Laredo
Rio de Janeiro - RJ 

Na edição número 40 da Morashá, de abril de 2003, página 62, no artigo Aspectos da vida judaica...sob o domínio holandês no nordeste, de autoria da escritora Esther R. Largman, tenho que pedir concessão de meu direito de resposta a respeito de citação errada de um resultado de uma pesquisa minha, como sócia emérita do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e de meu saudoso marido. Ocorre onde aparece a cifra de "300 judeus". Pois, quando da leitura completa da pesquisa publicada em meu livro "Quantos Judeus estiveram no Brasil Holandês e outros ensaios", resultado de longos anos de estudo sobre o número de judeus presentes no Nordeste do Brasil durante a ocupação holandesa, o número final é de "856 judeus". 
Frieda Wolff, historiadora
Rio de Janeiro - RJ