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| Cartas |
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| Foto Ilustrativa |
Tenho tido a oportunidade de receber a revista Morashá e, como mudei para Israel, gostaria de recebê-la em meu novo lar. A maneira como os temas são abordados chama a atenção até dos leitores. Gostaria de elogiar em especial duas reportagens De onde viemos
e Aguardando os feridos esta última do dr. Avraham Rivkind. Chocante e comovente ao mesmo tempo, este texto expõe de maneira direta a crueldade a que o povo de Israel está exposto, mas também mostra o senso de humanidade e a esperança de paz de uma pessoa que lida com os horrores do terror. Esta reportagem foi importante para mim que estou vivendo com meu marido israelense há três meses no país.
Liana Henkin Levi
Kibutz Hazorea, Israel
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| Edição 40 - Março de 2003 |
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Gostaria de agradecer pelo carinho e atenção dispensados a mim e ao CBAMI na reportagem sobre o Médico do Ano
, publicada no morasha.com, com conteúdo claro e apropriado. Esta oportunidade de divulgação é muito importante para nós e para Israel, principalmente em um momento crítico como o atual.
Dr. Felipe Wainer
Presidente do Capítulo Brasileiro
da Associação Médica de Israel
São Paulo, SP
Recebo a revista Morashá faz algum tempo. Ela é o retrato da cultura judaica no País e nas demais comunidades espalhadas pelos cinco continentes. Os artigos, reportagens e editoriais são claros. Resido em Pelotas (RS), onde já houve um número relativo de judeus, o que não ocorre atualmente como resultado da migração para os centros maiores. Os asquenazitas e sefaraditas celebram as Grandes Festas em conjunto. Todavia, aos poucos, a comunidade vem sofrendo a perda dos mais idosos e a juventude judaica tem procurado centros como Porto Alegre para as comemorações. Mesmo assim, em Pelotas, dentro do possível, as tradições e a cultura estão sendo mantidas no Centro da Sociedade Israelita, principalmente nas festas. Em Pessach é tradicionalmente realizado um seder coletivo. O Centro Israelita mantém também um cemitério.
Jairo Halpern
Pelotas, RS
Gostaria de cumprimentar a equipe de Morashá pela beleza da publicação. Li a edição de dezembro 2002, que é um verdadeiro primor de informações e conhecimentos a verdadeira Morashá. Que a boa luz de Chanucá ilumine as páginas da revista.
Família Decol
por e-mail
Sou professora de Cultura Judaica na ETH Escola Theodor Herzl, em Belo Horizonte (MG), tradutora e intérprete de hebraico e, atualmente, também escritora. Foi com muita satisfação que enviei o meu livro como um presente pelo prazer e conforto que recebo através da leitura da revista Morashá. Prazer pela parte estética, o mesmo cuidado e carinho que tentei reproduzir em meu livro; e conforto em saber, como morá, que nossas raízes e nossa identidade estão aí, bem ao alcance de nossas mãos e de nossos corações.
Grace Zicker Guz
Belo Horizonte, MG
A seleção do conteúdo, a qualidade dos artigos e a excelência gráfica fazem da Morashá um motivo de atração permanente para aqueles que a conhecem. Através de seus textos, difunde cultura, religião e tradições judaicas.
Jonas Gleizer
Rio de Janeiro, RJ
O artigo sobre a Meguilat Esther, publicado na edição de dezembro de 2002 da Morashá, foi muito importante para mim, pois eu precisava de algumas informações justamente sobre este tema para incluir em meu segundo livro. Sempre é uma satisfação ler a revista que tão criteriosamente nos fornece o que há de melhor sobre a nossa história.
Selma Rosenzweig Szkurnik
Rio de Janeiro, RJ
Há um ano e meio, aproximadamente, recebi o meu primeiro exemplar da revista Morashá. Confesso que acreditei que seria mais uma publicação comunitária, mas era uma revista completa, de extremo bom gosto, com importantes informações culturais da nossa história e curiosidades judaicas. Enfim, uma publicação que sempre me enriquece e na qual sempre me orgulho de pesquisar, mostrar aos amigos e familiares.
Denys Sznejder
Piedade, PE
Toda vez que recebemos a revista Morashá nos encantamos com seu conteúdo e beleza gráfica. A seleção do material toca fundo nossos corações. Na edição de dezembro de 2002 ficamos especialmente comovidos com a história do compositor e pianista Wladislav Szpilman e com o filme O pianista, dirigido pelo grande cineasta judeu polonês, Roman Polanski
Paulina Lates Eizirik
Porto Alegre, RS
Conheci a revista Morashá através de um vizinho que costuma recebê-la assiduamente. Em relação à matéria sobre o Grande Templo do Rio de Janeiro, gostaria de acrescentar que o primeiro casamento ali realizado foi o dos meus pais, já falecidos, Abrahão e Zina Serebrenic. Gostei, também, de outras matérias, como a sobre culinária judaica, o conto de Purim que me lembrou minha infância a vida no gueto, dentre outras.
Eduardo Serebrenic
Rio de Janeiro, RJ
A revista Morashá é uma obra de arte. Desde a capa, que é extraordinariamente bela, a qualidade gráfica e a diversidade dos assuntos judaicos. É o melhor exemplo de herança espiritual e cultural. Parabéns a toda a equipe da publicação pelos artigos sobre a história dos judeus, sobre a história de Israel e também pelas reportagens sobre as comunidades judaicas ao redor do mundo, que revelam profundos conhecimentos da vida judaica no passado e no presente. É um orgulho, para as comunidades do Brasil, possuir uma revista desta qualidade e nível. É com muita emoção que sempre leio a Morashá e guardarei os exemplares com muito carinho.
Yenia Kelson
Rio de Janeiro, RJ
Gostaríamos de agradecer a publicação na edição 39, de dezembro de 2002, da revista Morashá, da reportagem intitu-lada Grande Templo Israelita 70 anos de história. Ao expressar nossos cumprimentos pela qualidade do trabalho jorna-lístico, cumpre-nos ressaltar o reconhecimento e o respeito que nutrimos pela direção e colaboradores da revista, cujo conteúdo constitui um dos mais valiosos registros de temática judaica em língua portuguesa.
Ruy Flaks Schneider
Presidente do Grande
Templo Israelita do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, RJ
Agradeço o envio da edição 39 de Morashá, cujo principal destaque, em minha opinião, foi a carta do Prêmio Nobel Elie Wiesel, que faz uma conclamação contra o preconceito a judeus e a Israel. Lamento por toda a Humanidade que ainda tem pensamentos e adota ações anti-semitas, fato que nos mostra o quanto temos que ser fortes mais uma vez na nossa história para reverter este tão lamentável quadro.
A .Montefiori
por e-mail
Carta publicada na Morashá 37
Gostaria muito de receber a revista Morashá, da qual era leitor assíduo quando morava em São Paulo. Atualmente, vivo em Itajaí e sou o único judeu desta pequena cidade.
Moshe Gerson
Itajaí - SC
Resposta
Através da seção de Cartas da revista Morashá, edição 37, tomei conhecimento da missiva do sr. Moshe Gerson em Itajaí, dizendo ser o único judeu da cidade. Gostaria de contar com a ajuda da publicação para contatá-lo e informar-lhe que há outros judeus vivendo em Itajaí, os quais ele não conhece. Gostaria que ele soubesse que nos reunimos todas às sextas-feiras para comemorar o Shabat e, durante as festas, costumamos ir à sina-goga do Chabad em Curitiba, onde nos juntamos a outras famílias vindas de Camboriú e de Joinville.
Dardo Prusak
Itajaí - SC
Resposta
Foi com alegria que recebi o endereço do sr. Moshe Gerson. E gostaria de compartilhar com vocês uma história que aconteceu em Itajaí, quando cheguei à cidade e acreditava ser o único judeu da área. Na época, pedi ao Criador que me desse a oportunidade de passar Pessach em companhia de outros judeus... Tínhamos então uma pessoa que trabalhava em casa e, um dia, ao ver o retrato do Rebe Lubavitch em minha sala, disse-nos que conhecia um homem em Itajaí que tinha um igual em seu lar. Imediatamente procurei esta pessoa e, após um encontro, acabamos passando Pessach em Curitiba, em uma sinagoga do Chabad, como fazíamos quando vivíamos em Buenos Aires. Desde então, passamos juntos quase todos os Shabatot, na minha casa, onde fazemos a Tefilá. Aquele primeiro encontro foi milagroso, como também deverá ser o encontro com Moshe Gerson, que já freqüentava o Chabad em São Paulo. Em breve, poderemos ter um minian. Acredito que a revista Morashá será, neste próximo encontro, um instrumento de Dus para que em um lugar tão pouco propício ao judaísmo, mais um filho de Israel se integre aos seis que já se conhecem. Mais três, e o milagre do minian será uma realidade.
Dardo Prusak
Itajaí, SC
Resposta
Venho agradecer pelo empenho. Na semana passada apareceram três patrícios em minha casa. Ficaram sabendo de minha pessoa através da revista. Já combinamos que passaremos todos juntos o próximo Shabat.
Moshe Gerson
Itajaí - SC
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