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| Celebrando Chanucá |
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| Foto Ilustrativa |
A festa de Chanucá inicia-se no dia 25 de Kislev, este ano, em 29 de novembro, indo até 2 de Tevet, 6 de dezembro.
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| Edição 41 - Junho de 2003 |
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Desde a histórica vitória dos macabeus sobre os assírios e seus aliados - os judeus helenizados - ocorrida em 165 antes da Era Comum - celebra-se Chanucá durante oito dias. Após três longos anos de guerra, os macabeus conseguiram derrotar aqueles que queriam impor restrições às práticas religiosas judaicas, reconquistaram o Templo Sagrado de Jerusalém - que havia sido profanado por imagens e práticas pagãs -, e restauraram as tradições de seus ancestrais. A palavra Chanucá, em hebraico, significa dedicação e refere-se à purificação e conseqüente rededicação do Grande Templo de Jerusalém a D'us.
Após a reconquista do local, era necessário reacender a menorá no Templo. Para isto, era preciso encontrar azeite que não tivesse sido profanado. Os macabeus encontraram um pequena jarra de azeite puro que daria apenas para um dia. Mesmo sabendo que era muito pouco, acenderam a menorá.
Milagrosamente, sua chama permaneceu acesadurante oito dias. O azeite, que mal dava para um dia, foi-se renovando por oito dias, tempo suficiente para a produção do novo azeite. Mais um milagre havia acontecido para demonstrar a bondade e o amor do Eterno para com seu povo. Desde então, para recordar os milagres que o Eterno fez por Israel naquela época, celebramos Chanucá, durante oito dias.
Pronunciam-se as seguintes bênçãos:

Baruch atá Ad-nai El-hênu Mélech haolam asher kideshánu bemitsvotav vetsivánu lehadlic ner Chanucá.
(os ashquenazitas terminam com: ner shel Chanucá)
Bendito sejas Tu, Senhor nosso D'us, Rei do universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste acender as velas de Chanucá.

Baruch atá Ad-nai El-hênu Mélech haolam sheassá nissim laavotênu bayamim hahem bazeman hazê.
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