Dedicou-se ao lar e à educação dos filhos - Dalia Rabin-Pilossof, atualmente deputada na Knesset, e Yuval Rabin, empresário que, após a morte de seu pai, fundou o movimento pacifista Dor Shalom.
Diferentemente de outras mulheres, Leah não manifestou abertamente o seu ressentimento. Lembrando-se de quem era a viúva, não se permitiu rompantes públicos de emoção. Ao enxugar as lágrimas, vestiu uma máscara de coragem enquanto aceitava as condolên-cias das autoridades e chefes de estado que foram compartilhar sua dor.
Como herdeira do legado de paz de Rabin, empenhou-se em uma missão: não deixar a nação israelense esquecer a razão pela qual a vida de seu marido fora sacrificada. Desde a sua morte, participou de inúmeros eventos para perpetuar seu nome. Ela era a vela acesa em sua memória. Infelizmente, a chama foi extinta.
Morashá publicou entrevista com Leah Rabin, em sua edição nº 13, de junho de 1996. |