Morashá

ARTE E CULTURA


Alexander Bogen, resistência com armas e tinta

Alexander Bogen, resistência com armas e tinta

Experimentar sons, tatear e sentir o gosto da obra artística ao limite, transbordar tensões e mergulhar nas sensações do mundo à sua volta, todas estas experiências fazem de Alexander Kazenbogen uma figura ímpar. Só um artista que se dispõe a abraçar a arte e respirá-la até seu último suspiro consegue aventurar-se por diversos sentimentos, mesmo que estes sejam momentos de extremo perigo e dor.

Edição 85 - Setembro de 2014

Moacyr Scliar: Escritor, médico, judeu e gaúcho

Moacyr Scliar: Escritor, médico, judeu e gaúcho

Quando se pensa em literatura brasileira, nomes como Machado de Assis, Castro Alves, José de Alencar, Mario de Andrade e mais contemporâneos como Érico Veríssimo, Jorge Amado, Vinícius de Morais, Moacyr Scliar e tantos outros, imediatamente nos surgem na memória.  Todos indiscutivelmente  grandes em sua arte, mas nem todos foram honrados com uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Não é à toa que os membros da ABL são conhecidos como “Imortais”.  Scliar é um deles.

Edição 83 - Abril de 2014

O marchand Charles Ephrussi (1849-1905)

O marchand Charles Ephrussi (1849-1905)

Curador, colecionador e amigo de banqueiros numa frança contaminada pelo vírus do antissemitismo, Charles Ephrussi promoveu pintores impressionistas, como Renoir e Degas.

Edição 82 - Dezembro de 2013

As majestosas sinagogas da emancipação

As majestosas sinagogas da emancipação

“E me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êxodo, 25:8).

Edição 82 - Dezembro de 2013

Reconstruindo Herodes

Reconstruindo Herodes

“Herodes, o Grande: a Jornada Final do Rei” é o título da mais nova exposição do Museu de Israel, em Jerusalém. Inaugurada em fevereiro, permanecerá aberta ao público até janeiro de 2014 e é, segundo James Snyder, diretor da instituição, o maior e mais custoso projeto arqueológico do museu, até hoje.

Edição 81 - Agosto de 2013

O primeiro romance sionista

O primeiro romance sionista

Em 1876, a escritora inglesa Mary Anne Evans, que se assinava George Eliot, publicou o romance “Daniel Deronda” no qual defendeu o ressurgimento de uma nação judaica na terra de Israel, ou seja, 19 anos antes de Theodor Herzl lançar o “Estado Judeu”. O historiador Nahum Sokolov assinalou, no início do século passado: “o livro Daniel Deronda pavimentou o caminho do sionismo”.

Edição 81 - Agosto de 2013