Morashá

HISTÓRIA JUDAICA MODERNA


Judeus dos países árabes: a história não contada

Judeus dos países árabes: a história não contada

Nos anos que se seguiram à criação de Israel, em 1948, cerca de 900 mil judeus que viviam no mundo muçulmano foram forçados a abandonar os países onde viviam, deixando para trás séculos de história e bilhões de dólares em patrimônio. Comunidades que existiam por mais de dois milênios simplesmente desapareceram.

Edição 87 - Março de 2015

A Sinagoga de Jobar

A Sinagoga de Jobar

No fogo cruzado entre rebeldes e forças do governo da Síria, o patrimônio histórico-cultural do país, até mesmo o judaico, está ameaçado de extinção.

Edição 81 - Agosto de 2013

Os nove de Budapeste

Os nove de Budapeste

Foram nove judeus oriundos da Hungria. Em primeiro lugar, deixaram Budapeste e, em segundo, a Europa quando o nazismo começou a convergir sobre o continente. Todos encontraram refúgio no ocidente onde inscreveram seu nome como algumas das mais notáveis celebridades do século 20.

Edição 80 - Junho de 2013

Judeus ibéricos deportados a São Tomé entre 1492-1497

Judeus ibéricos deportados a São Tomé entre 1492-1497

As crônicas judaicas dos séculos 15 e 16 retratam o sofrimento dos exilados ibéricos face à expulsão da Espanha e o batismo forçado de Portugal. Nas travessias rumo as colônias d'Além Mar, maus tratos infringidos aos judeus e cristãos novos eram uma constante.

Edição 79 - Março de 2013

A Guerra de Stalin contra os Judeus

A Guerra de Stalin contra os Judeus

A guerra de Stalin contra os judeus foi muito além do conhecido e infame complô dos médicos. O ditador soviético sempre foi antissemita e, embora grande número de judeus tivesse sido relevante para o triunfo bolchevique, após assumir plenos poderes, ele jamais hesitou em ordenar a execução de milhares de seus antigos companheiros e, também, da elite intelectual judaica do país.

Edição 78 - Dezembro de 2012

Os atletas não foram esquecidos

Os atletas não foram esquecidos

O Estado de Israel e comunidades judaicas de diversas partes do mundo fizeram, nos últimos meses, um pedido justo e oportuno ao Comitê Olímpico Internacional: que na  cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2012, que coincidia com o triste 40º aniversário do massacre de onze atletas israelenses nos jogos de Munique, fosse respeitado um minuto de silêncio.

Edição 77 - Agosto de 2012